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Rodoviários da antiga 1001 enfrentam demissão em massa

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • há 1 hora
  • 2 min de leitura

Uma onda de revolta tomou conta dos rodoviários da empresa Expresso Rei de França (antiga 1001) neste sábado, 21, após o anúncio de uma demissão em massa motivada pela falência declarada da companhia em São Luís. Trabalhadores afirmam que estão sendo dispensados sem garantias de pagamento de salários e direitos básicos, em meio a crise financeira que vinha gerando greves e paralisações no transporte.

A Expresso Rei de França, antiga empresa 1001, declarou falência neste sábado (21) e iniciou um processo de demissão em massa de seus funcionários. A decisão ocorre após meses de crise financeira e atrasos no pagamento de salários e benefícios, situação que já vinha gerando paralisações e greves por parte dos rodoviários na região da Grande São Luís.


Protestos e relatos de trabalhadores

Em vídeos que circulam nas redes sociais, motoristas e cobradores relatam que a empresa informou não ter recursos para pagar salários atrasados, tíquete-alimentação e horas extras acumuladas. Um dos funcionários afirmou que a gerência anunciou a demissão sem assegurar qualquer direito trabalhista, e que há profissionais com até dois meses de vencimentos em atraso.



Crise no transporte público de São Luís

A crise se arrasta desde o final de 2025, quando atrasos salariais repetidos já haviam provocado greves dos rodoviários da 1001. Paralisações anteriores deixaram grande parte da frota fora de circulação, afetando dezenas de bairros e pressionando autoridades municipais e estaduais a buscar soluções emergenciais para manter o transporte coletivo.


Impactos sociais e incertezas

O processo de desligamento em massa aumenta a incerteza sobre o futuro da operação da antiga 1001 e pode prejudicar ainda mais o sistema de ônibus na capital maranhense. Representantes dos trabalhadores e autoridades devem discutir medidas para reorganizar serviços e proteger os direitos dos empregados, enquanto milhares de usuários dependem diariamente do transporte público.

 
 
 

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