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Secretário de Brandão explica investigação do TCU sobre a Litorânea e empresária citada se pronuncia

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • há 4 horas
  • 2 min de leitura

O secretário de Infraestrutura do Maranhão, Aparício Bandeira, comentou a investigação do Tribunal de Contas da União sobre o prolongamento da Avenida Litorânea. Além da posição do governo, a empresária Aglai Fernanda Cruz também se manifestou publicamente.


O Tribunal de Contas da União identificou, em auditoria ao prolongamento da Avenida Litorânea, no Maranhão, indícios de superfaturamento e diversas impropriedades no processo de execução e licitação desta obra de R$ 235 milhões, que liga São Luís a São José de Ribamar. A análise destacou pagamentos acima do realizado e falhas como restrição à competitividade.


Secretaria reage às acusações

Em vídeo divulgado nas redes, o secretário Aparício Bandeira, titular da Secretaria de Infraestrutura do Maranhão (Sinfra), afirmou que não houve superfaturamento na obra e que as divergências apontadas pelo TCU refletem diferenças metodológicas na medição de serviços e rotinas técnicas de engenharia, não representando prejuízo ao erário.



Esclarecimentos oficiais em vídeo

No material, Bandeira buscou “restabelecer a verdade” sobre informações que circulam na internet e ressaltou que a obra segue dentro dos parâmetros legais, segundo a gestão estadual. A Sinfra já apresentou explicações ao TCU e argumenta que ajustes e replanejamentos são comuns em grandes projetos, sem caracterizar irregularidade automática.


Pronunciamento da empresária

A proprietária da Aglas Infraestrutura, Aglai Fernanda Cruz, veio a público esclarecer a participação da empresa nas obras de extensão da Avenida Litorânea, em São Luís. O posicionamento ocorre após questionamentos sobre a contratação. Em vídeo, Aglai negou irregularidades e afirmou que a Aglas possui acervo técnico registrado no CREA e contratos executados no setor público e privado. Ela também rebateu a associação da construtora a uma loja de maquiagem, classificando a ligação como “fantasiosa” e resultado de confusão entre empresas distintas. Sobre a interrupção dos serviços, explicou que houve distrato após apontamentos do TCU, garantindo que todos os esclarecimentos foram prestados.



Impactos e próximos passos

O TCU mantém o processo de análise para avaliar responsabilidades e possíveis sanções administrativas, que podem incluir multas ou ressarcimento caso comprovado dano ao erário. O caso evidencia como obras públicas financiadas com recursos federais estão sujeitas ao controle externo e pode influenciar a percepção pública sobre a gestão de grandes empreendimentos no estado.



 
 
 
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