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STJ mantém prisões da Operação Tântalo e nega habeas corpus

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • há 21 horas
  • 2 min de leitura

O ministro Sebastião Reis Júnior, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou habeas corpus que pedia a soltura do prefeito afastado de Turilândia, Paulo Curió (União Brasil), e de Hyan Mendonça. A decisão manteve também a prisão domiciliar com tornozeleira da vice-prefeita e da primeira-dama, integrantes do mesmo núcleo investigado por desvios de R$ 56,3 milhões.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ), por meio do ministro Sebastião Reis Júnior, negou nesta quinta-feira o habeas corpus impetrado em favor de dirigentes e familiares políticos ligados à administração de Turilândia, no Maranhão. Entre os principais beneficiários da tentativa de soltura estavam o prefeito afastado Paulo Curió e o empresário Hyan Mendonça, marido da vice-prefeita. A negativa reforça a manutenção das medidas cautelares já estabelecidas pela Justiça estadual.


Membros do grupo continuam sob restrições

Além de Curió e Mendonça, o pedido de liberdade incluía ainda a vice-prefeita Tânya Mendes e a primeira-dama Eva Curió, ambas cumprindo prisão domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica. A decisão do STJ recusou o pedido de liberdade plena, mantendo as restrições impostas para preservar os desdobramentos da investigação e evitar interferências nos procedimentos legais em curso.


Esquema investigado no âmbito da Operação Tântalo II

Todos os acusados integram o núcleo familiar e político apontado pelo Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Maranhão como responsável por desvios de recursos públicos estimados em R$ 56,3 milhões entre 2021 e 2025. As investigações envolvem crimes como organização criminosa, peculato, fraude à licitação, corrupção e lavagem de dinheiro, com prisões e acusações formais já apresentadas à Justiça.


Turilândia sob intervenção e repercussão regional

Desde dezembro de 2025, quando a Operação Tântalo II foi deflagrada, Paulo Curió e Hyan Mendonça estão presos preventivamente. A ofensiva policial e judicial já resultou na prisão de dezenas de investigados e motivou a decretação de intervenção estadual em Turilândia, com o objetivo de restabelecer a normalidade administrativa diante das graves irregularidades apontadas pelo Ministério Público.

 
 
 

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