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Polícia prende suspeitos e busca outros envolvidos em execução de PM

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • há 14 horas
  • 2 min de leitura

A investigação sobre a morte do sargento da PM Marx Rommel Rocha Gomes avança em São Luís, com a prisão de dois suspeitos e buscas por outros envolvidos. O crime ocorreu enquanto o policial estava de folga e mobiliza operações para localizar o veículo usado na ação.

Dois homens foram presos na tarde desta sexta-feira (24), em São Luís, suspeitos de participação no assassinato do sargento da Polícia Militar Marx Rommel Rocha Gomes. A ação policial faz parte de uma operação que busca esclarecer o crime e identificar todos os envolvidos. Durante a abordagem, houve confronto e um terceiro homem foi baleado, sendo encaminhado ao Hospital Socorrão II. As prisões representam um avanço nas investigações, que seguem em andamento na capital maranhense.


Dinâmica do crime

O sargento foi morto a tiros na noite de quinta-feira (23), no bairro São Raimundo, enquanto estava de folga. Imagens de câmeras de segurança mostram um carro sedan escuro passando duas vezes pelo local antes da execução. Em seguida, três pessoas aparecem correndo e cerca de 20 disparos são ouvidos. A vítima não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local, em uma ação considerada rápida e violenta.



Buscas por suspeitos e provas

A polícia já identificou pelo menos quatro suspeitos que estavam no veículo utilizado no crime e continua analisando imagens para localizar todos os envolvidos. As autoridades realizam diligências na região do São Raimundo e tentam encontrar o carro usado na ação, que ainda não foi localizado. O trabalho investigativo envolve coleta de provas, cruzamento de informações e monitoramento de possíveis rotas de fuga.


Comoção e despedida

Familiares, amigos e colegas de farda prestaram homenagens ao sargento durante o velório realizado no Quartel da Polícia Militar. A esposa da vítima passou mal durante a cerimônia e precisou de apoio. Marx Rommel tinha 36 anos, integrava a corporação desde 2014 e atuava no 43º Batalhão. Ele deixa esposa e filho, e era reconhecido pela dedicação à carreira policial.

 
 
 

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