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PGR apoia cirurgia de Bolsonaro e decisão fica com Moraes

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • há 13 horas
  • 2 min de leitura

A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou a favor da cirurgia no ombro do ex-presidente Jair Bolsonaro. O pedido agora depende de decisão de Alexandre de Moraes, após laudos apontarem dor persistente e necessidade de intervenção.

A Procuradoria-Geral da República se posicionou de forma favorável ao pedido da defesa de Jair Bolsonaro para realização de cirurgia no ombro direito. Em manifestação enviada ao Supremo Tribunal Federal, o procurador-geral Paulo Gonet afirmou que não há obstáculos para autorizar o procedimento. Segundo ele, a medida pode ocorrer mesmo com a manutenção de eventuais cautelares definidas pelo relator do caso, ministro Alexandre de Moraes.

Pedido da defesa e datas previstas

Os advogados do ex-presidente solicitaram autorização para realizar a cirurgia entre os dias 24 e 25 de abril, podendo haver alteração conforme decisão judicial. O pedido inclui todas as etapas do tratamento, como exames pré-operatórios, internação, cirurgia e reabilitação. A defesa argumenta que o procedimento possui caráter humanitário e sanitário, sendo essencial para garantir a integridade física e a qualidade de vida do paciente.

Laudos médicos e quadro clínico

Relatórios anexados ao processo indicam que Bolsonaro apresenta lesões no manguito rotador do ombro direito, com necessidade de intervenção cirúrgica. Os documentos apontam dores recorrentes, inclusive em repouso, além de limitação funcional e dificuldade em movimentos do braço . A avaliação médica conclui que o quadro não respondeu adequadamente a tratamentos conservadores, como fisioterapia, tornando a cirurgia recomendada.

Contexto de saúde e decisão final

Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde o fim de março, após internação por broncopneumonia. O estado de saúde foi considerado estável e apto para cirurgia, segundo os médicos . A decisão final sobre a autorização cabe a Alexandre de Moraes, que avaliará o pedido à luz das condições clínicas e das medidas judiciais em vigor. O caso une aspectos médicos e jurídicos em um momento delicado para o ex-presidente.

 
 
 

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