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Maranhão aparece entre os estados com pior qualidade de vida do Brasil

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

O Maranhão apareceu na segunda pior posição do país no Índice de Progresso Social (IPS) 2026, estudo que mede qualidade de vida com base em indicadores sociais e ambientais. Apesar do resultado negativo estadual, São Luís apresentou avanços em inclusão social e estrutura urbana.

O levantamento do IPS Brasil 2026 revelou que o Maranhão registrou 57,59 pontos e ficou atrás apenas do Pará no ranking nacional de qualidade de vida. O estudo considera fatores como saúde, segurança, moradia, educação e acesso a oportunidades. O resultado reforça problemas históricos do estado, principalmente relacionados à desigualdade social e ao acesso limitado a serviços básicos em dezenas de municípios do interior.  


São Luís apresenta avanço em inclusão social

Mesmo com o desempenho ruim do estado, São Luís aparece como destaque regional no levantamento. A capital maranhense alcançou 65,64 pontos e ficou na 17ª posição entre as capitais brasileiras. O estudo apontou avanços em inclusão social, acesso à informação e estrutura urbana. Ainda assim, problemas ligados ao saneamento, desigualdade econômica e serviços essenciais continuam limitando uma melhora mais ampla na qualidade de vida da população.  


Interior enfrenta dificuldades estruturais

Municípios do interior maranhense seguem entre os mais vulneráveis do Brasil. Cidades como Peritoró, Cajari e Marajá do Sena tiveram alguns dos menores índices do país, refletindo dificuldades em áreas como educação, saúde e oportunidades sociais. O estudo aponta que a maior parte das cidades do Maranhão ainda convive com infraestrutura precária, baixa inclusão social e pouca presença de políticas públicas eficientes para reduzir desigualdades históricas.  


IPS mede mais do que riqueza econômica

O Índice de Progresso Social avalia os 5.570 municípios brasileiros usando 57 indicadores sociais e ambientais. Diferente de rankings baseados apenas em PIB ou renda, o IPS mede se a população consegue acessar direitos básicos, educação, saúde e oportunidades reais de desenvolvimento. Segundo os organizadores, a proposta é mostrar que crescimento econômico sozinho não garante qualidade de vida nem redução automática das desigualdades sociais.

 
 
 

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