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Edivaldo deve compor chapa com Orleans e muda jogo eleitoral no Maranhão

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • há 3 horas
  • 2 min de leitura

A possível escolha de Edivaldo Holanda Júnior, ex-prefeito de São Luís e filiado ao Republicanos, para vice na chapa de Orleans Brandão ao Governo do Maranhão movimenta a pré-campanha e atinge diretamente os planos de Eduardo Braide, hoje apontado como um dos principais nomes da oposição.

A articulação para colocar Edivaldo Holanda Júnior como companheiro de chapa de Orleans Brandão é vista como uma das jogadas mais fortes do grupo do governador Carlos Brandão. Orleans já foi lançado como pré-candidato ao Governo do Maranhão pelo MDB, em atos políticos no interior, com discurso de união e municipalismo. A entrada de Edivaldo amplia o peso eleitoral da chapa, sobretudo em São Luís, onde ele foi prefeito por dois mandatos.


Impacto sobre Braide

O movimento também tem endereço político claro: Eduardo Braide. Além de agregar à base governista um nome conhecido e competitivo na capital, a composição pode reduzir o espaço de articulação do ex-prefeito de São Luís na montagem partidária. Braide aparece entre os pré-candidatos ao Governo do Maranhão em 2026, após deixar a Prefeitura de São Luís para disputar o Palácio dos Leões.

Peso eleitoral de Edivaldo

Edivaldo carrega no currículo duas vitórias para prefeito de São Luís. Em 2016, derrotou Eduardo Braide no segundo turno e garantiu a reeleição, consolidando sua força na capital maranhense. Sua trajetória inclui mandatos de vereador, deputado federal e prefeito, além de filiação ao Republicanos, partido antes conhecido como PRB. Esse histórico explica por que sua entrada na chapa é tratada como ativo político relevante.


Pré-campanha aquecida

A confirmação oficial da chapa ainda depende de anúncio público, mas a movimentação já altera o tabuleiro da sucessão estadual. Para o grupo Brandão, Edivaldo representa votos, memória administrativa e presença em São Luís. Para Braide, a possível aliança cria dupla dificuldade: enfrentar um antigo adversário direto e reorganizar sua estratégia partidária em busca de tempo de propaganda e capilaridade eleitoral.

 
 
 
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