STF Mantém Preso Acusado de Tráfico Internacional de Drogas Apreendidas em Navio no Maranhão
- Alexandre Ferreira
- 30 de jul.
- 2 min de leitura
O ministro Luís Roberto Barroso, do STF, rejeitou o pedido de liberdade de um acusado de integrar uma rede de tráfico que escondia 500 kg de cocaína em um navio no Maranhão, destacando o risco de fuga e a necessidade de investigações adicionais.

O ministro Luís Roberto Barroso, presidente do STF, decidiu não soltar um homem que tá sendo investigado por tráfico de drogas. O cara tá preso desde abril, acusado de fazer parte de uma rede que escondeu 500 kg de cocaína no Porto do Itaqui, em São Luís, em setembro de 2024. A decisão do ministro se baseou no risco de fuga e na necessidade de terminar as análises dos celulares e rastreadores que foram apreendidos na operação.
Apreensão no Porto do Itaqui
A droga foi encontrada no navio graneleiro Jawor, que tem bandeira das Bahamas e tripulação ucraniana. A Polícia Federal interceptou a embarcação, que vinha da Holanda e ia para a Espanha. A cocaína estava escondida no paiol da proa do navio. A operação foi bem planejada, e agora as autoridades estão atrás de mais informações para entender toda a trama que envolve essa rede de tráfico.
Tecnologia a Favor da Investigação
Um detalhe interessante é que a polícia usou tecnologia da Apple para rastrear a droga. Fotos geolocalizadas na nuvem iCloud de um dos investigados mostraram uma caminhonete com embalagens semelhantes às que estavam no navio. Essa caminhonete levou até uma casa alugada na Praia de Panaquatira, onde parte do plano criminoso estava sendo elaborado. Isso mostra como a tecnologia pode ajudar nas investigações.
Operação Taeguk em Andamento
A investigação, que recebeu o nome de Operação Taeguk, tá em andamento e busca desmantelar essa rede que usa portos brasileiros para enviar drogas para a Europa. Além do homem que teve o habeas corpus negado, ainda existem outros mandados de prisão em aberto. O ministro Barroso enfatizou a "estrutura organizacional" do grupo e a importância de continuar as diligências, como a quebra de sigilos, para desvendar todo esse esquema criminoso.



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