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Senador Marcos do Val é obrigado a usar tornozeleira eletrônica após viagem aos EUA

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • 4 de ago.
  • 2 min de leitura

O senador Marcos do Val (Podemos-ES) foi levado pela Polícia Federal para instalação de tornozeleira eletrônica após retornar de viagem à Flórida. A medida foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, que justificou a ação devido ao descumprimento de medidas cautelares.


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O senador Marcos do Val, do Podemos-ES, foi pego de surpresa ao voltar de uma viagem à Flórida, nos Estados Unidos. Ele foi levado pela Polícia Federal para colocar uma tornozeleira eletrônica, uma ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF. Além disso, o passaporte diplomático do parlamentar foi apreendido. Moraes justificou a decisão alegando que Do Val não cumpriu medidas anteriores, como entregar todos os seus passaportes, para evitar que ele viajasse.


Medidas Cautelares


As novas regras impostas ao senador são bem rigorosas. Ele não pode sair de casa à noite, nem nos fins de semana, feriados ou dias de folga. O ministro Moraes deixou claro que, se Do Val descumprir essas medidas novamente, ele pode ser preso. Além disso, o uso de redes sociais pelo senador também está proibido. No mês passado, Moraes já tinha determinado o bloqueio das contas bancárias de Do Val, que está sendo investigado por possíveis ataques nas redes sociais a delegados da Polícia Federal.



Investigações em Andamento


O senador é alvo de investigações do STF, que apura uma suposta campanha contra delegados que lidaram com casos envolvendo apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro. Além disso, ele é suspeito de ter tentado anular as eleições de 2022. Essa situação toda gerou um clima tenso, já que a PF não conseguiu apreender todos os passaportes de Do Val antes da viagem, mesmo com ordens judiciais para isso.


Resposta do Senador


Em uma nota, Do Val se defendeu e disse que repudia a ideia de que não cumpriu as ordens do Supremo. Ele afirma que nunca esteve proibido de sair do país e que não houve risco de fuga. A situação é complicada e levanta muitas questões sobre como o senador conseguiu deixar o Brasil mesmo com a ordem de apreensão do passaporte. A Polícia Federal ainda investiga o caso, e a pressão sobre o parlamentar só tende a aumentar com o avanço das apurações.


 
 
 

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