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Reunião entre Mendonça e PF define próximos passos da apuração

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • 23 de fev.
  • 2 min de leitura

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça se reuniu nesta segunda-feira com delegados da Polícia Federal (PF) responsáveis pelo caso Master para receber relatório sobre as investigações que apuram supostas irregularidades envolvendo o Banco Master e seu controlador, Daniel Vorcaro, incluindo a tentativa de venda ao BRB.



Nesta segunda-feira, o ministro do STF André Mendonça realizou reunião com delegados da Polícia Federal para tratar do andamento das investigações sobre o chamado caso Master, que envolve supostas fraudes no Banco Master e a tentativa de venda da instituição ao Banco de Brasília (BRB). O encontro, que durou cerca de duas horas e meia, faz parte do esforço do relator em atualizar os trâmites do inquérito após assumir o caso.


Relatoria e mudanças de condução

Mendonça assumiu a relatoria das investigações no STF em 12 de fevereiro, após a saída de Dias Toffoli, que deixou o caso em meio a controvérsias sobre mensagens de investigados encontradas em celulares apreendidos. Desde então, o novo relator tem buscado revisar decisões anteriores e reativar diligências policiais sem as restrições impostas anteriormente, ampliando o trabalho pericial e as análises dos materiais apreendidos.



Relatório apresentado pela Polícia Federal

Durante a reunião, a PF apresentou ao ministro um relato atualizado sobre o estágio das apurações, incluindo a lista de processos relacionados à Operação Compliance Zero, que investiga irregularidades e fraudes financeiras envolvendo o banco e executivos. As autoridades discutiram o andamento das diligências e o volume de aparelhos eletrônicos que ainda precisam ser analisados para aprofundar a investigação.


Próximas etapas do inquérito

Segundo as informações preliminares, a expectativa é que o primeiro inquérito — que trata das suspeitas de irregularidade na tentativa de compra do Master pelo BRB — possa ser concluído nas próximas semanas. Outras frentes de apuração, como possíveis crimes financeiros envolvendo fundos de investimento e a contratação de influenciadores para questionar a fiscalização do Banco Central, ainda estão em fase inicial.

 
 
 

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