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Putin Propõe Cessar-Fogo na Ucrânia em Troca de Donetsk e Lugansk; Zelensky Resiste à Pressão de Trump

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • 18 de ago.
  • 2 min de leitura

Vladimir Putin propôs encerrar a guerra na Ucrânia em troca da cedência de Donetsk e Lugansk, durante encontro com Donald Trump no Alasca. A oferta gerou reações mistas, com Zelensky reafirmando a resistência ucraniana.


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O presidente da Rússia, Vladimir Putin, tá acenando com a possibilidade de acabar com a guerra na Ucrânia, mas tem uma condição: que a Ucrânia ceda oficialmente os territórios de Donetsk e Lugansk, que estão sob controle russo. Essa proposta foi discutida com o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante um encontro no Alasca. A informação veio de fontes da Reuters e do New York Times. Trump, por sua vez, já teria falado com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, recomendando que aceitasse a oferta.


PRESSÃO INTERNACIONAL


Depois do encontro com Putin, Trump mudou a sua abordagem sobre o conflito. Antes, ele queria um cessar-fogo imediato, mas agora tá buscando um acordo de paz definitivo. Essa mudança de postura gerou reações negativas na Europa. A União Europeia anunciou novas sanções contra a Rússia, afirmando que não vai reconhecer mudanças territoriais feitas à força. O bloco europeu deixou claro que vai continuar pressionando Moscou até que a paz seja alcançada, pois acredita que as fronteiras internacionais não podem ser alteradas assim.



RESISTÊNCIA DE ZELENSKY


O presidente Zelensky, por sua vez, tá firme na sua posição e não vai abrir mão de nenhum pedaço da Ucrânia. Ele vai viajar pra Washington, onde vai se encontrar com Trump na Casa Branca, e líderes europeus também vão participar desse encontro. A imprensa dos EUA diz que Putin estaria disposto a retirar tropas de outras áreas da Ucrânia, mas só se a Ucrânia aceitar a anexação de Donetsk e Lugansk. A pressão tá grande, mas Zelensky não parece disposto a ceder.


REGIÃO ESTRATÉGICA


Os territórios de Donetsk e Lugansk fazem parte da região do Donbass, que fica na fronteira com a Rússia e tem uma história de movimentos separatistas pró-Moscou. Putin já faz tempo que reivindica essa área, alegando que é parte de "terras ancestrais" da Rússia. Em fevereiro de 2022, logo antes de começar a invasão, o Kremlin reconheceu esses territórios como independentes, um passo que acabou desencadeando a guerra que ainda tá rolando. A situação é tensa e a busca pela paz continua, mas as divergências são grandes.


 
 
 

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