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Procurador-geral da República também teve o visto cancelado por Trump

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • 21 de jul.
  • 2 min de leitura

A revogação do visto do procurador-geral da República, Paulo Gonet Branco, pelos EUA gerou forte reação da Associação Nacional dos Procuradores da República, que a considera uma tentativa de intimidação e ofensa à soberania nacional.


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A decisão dos Estados Unidos de cancelar o visto do procurador-geral da República, Paulo Gonet Branco, gerou um burburinho entre os órgãos públicos. A Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) soltou uma nota no último sábado (19/7) onde condena essa atitude, chamando de "tentativa inaceitável de intimidação". Para eles, essa ação é desproporcional e não condiz com a trajetória do PGR, que sempre atuou dentro da legalidade e da Constituição.


Reação da ANPR


Paulo Gonet não está sozinho nessa, já que outros ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) também tiveram seus vistos suspensos. A medida, impulsionada pelo presidente Donald Trump e alguns congressistas republicanos, parece ser uma forma de pressionar o Brasil em relação a uma suposta perseguição a apoiadores de Bolsonaro. A ANPR vê isso como um ataque não só ao PGR, mas à autonomia de todo o Ministério Público brasileiro.


Defesa da Soberania


A ANPR destacou que essa revogação do visto é um desrespeito à soberania nacional. Para a associação, o Ministério Público deve trabalhar com independência e responsabilidade, sem sofrer retaliações de governos estrangeiros. A nota enfatiza que essa punição a agentes públicos que estão apenas cumprindo suas funções é uma afronta à autonomia do MP e à democracia brasileira.


Apoio ao Procurador


A ANPR reafirmou seu apoio ao procurador-geral Paulo Gonet, mostrando confiança na missão do Ministério Público. Eles acreditam que o diálogo institucional deve prevalecer, sempre com respeito mútuo e dentro dos princípios do Estado de Direito. A associação está atenta ao desenrolar da situação e continua a oferecer suporte ao procurador, reforçando a importância da independência da instituição.


 
 
 

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