top of page

Presidente do TCE-MA afirma estar sendo chantageado por familiares de assassino

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • 22 de ago.
  • 2 min de leitura

O presidente do TCE-MA, Daniel Itapary Brandão, defendeu-se de acusações que o ligam ao assassinato de João Bosco Sobrinho em 2022, classificando-as como falsas e parte de uma perseguição política. Ele reafirmou sua inocência após a divulgação de um vídeo que traz novos detalhes sobre o caso.


ree

O conselheiro e presidente do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA), Daniel Itapary Brandão, se manifestou nas redes sociais nesta quarta-feira (20) para rebater ataques que tentam ligar seu nome ao assassinato de João Bosco Sobrinho Pereira. O crime aconteceu em agosto de 2022, no edifício Tech Office, em São Luís. Em sua nota, Daniel classificou as acusações como falsas e afirmou que são perseguições políticas sem fundamento. Ele se mostrou firme e determinado a defender sua honra e reputação.


Ameaças e Intimidações


Daniel lembrou que já havia registrado um boletim de ocorrência em setembro de 2024 sobre tentativas de chantagem e intimidação feitas por familiares de Gilbson César Soares Cutrim Júnior, condenado a 13 anos de prisão pelo crime. Ele destacou que esses ataques visam atingir sua honra, mas afirmou que nunca cedeu a ameaças. “Minha trajetória permanece pública, transparente e pautada pela legalidade”, ressaltou. Ele está decidido a esclarecer a situação e não se deixar abalar por essas tentativas de desestabilização.


Vídeo Revelador


A reação de Daniel veio após a divulgação de um vídeo por Marcus Brandão, que trouxe novos detalhes sobre o caso. No vídeo, Marcus menciona uma "trama para manipular" o processo, com provas fabricadas e depoimentos negociados. Ele também destaca que a esposa de Gilbson tentou negociar versões em troca de benefícios legais. Além disso, o material inclui áudios de Gilbson Júnior assumindo a responsabilidade pelo crime e negando qualquer envolvimento de Daniel. “Foi um acerto de contas pessoal”, afirmou Gilbson.



Instrumento de Pressão Política


Marcus Brandão ainda lembrou que João Bosco tinha um histórico criminal pesado, com mais de 11 inquéritos por crimes graves, o que reforça a ideia de desavenças pessoais. Ele criticou a tentativa de transformar o assassinato em uma arma política contra a família Brandão, chamando isso de covardia. Daniel, por sua vez, mostrou confiança na Justiça e se colocou à disposição das autoridades para qualquer esclarecimento. Ele reafirma que não tem ligação com o crime e está pronto para defender sua imagem.

ree

 
 
 

Comentários


bottom of page