Porto Franco: Polícia Militar desativa falso explosivo preso no corpo de gerente de banco
- Alexandre Ferreira
- 2 de dez.
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Na tarde desta segunda-feira (1º), a Polícia Militar desativou um simulacro de explosivo preso ao corpo de um gerente bancário feito refém em Porto Franco, no Maranhão. O crime, que envolveu a família da vítima, foi frustrado após a ação rápida da polícia.

Na tarde desta segunda-feira (1º), a Polícia Militar conseguiu desativar um simulacro de explosivo que estava preso ao corpo de um gerente bancário, que havia sido feito refém em Porto Franco, no sul do Maranhão. O artefato, que foi colado com fita adesiva e ligado a aparelhos eletrônicos, foi considerado inofensivo após a análise das equipes especializadas. A situação deixou a comunidade em alerta, mas felizmente, tudo terminou sem feridos.
O Sequestro
O pesadelo começou na noite de domingo (30), quando a casa do gerente foi invadida por criminosos. Eles fizeram o gerente e seus três filhos reféns, obrigando-o a ir até o banco onde trabalha para abrir o cofre. As crianças foram levadas para outro lugar, deixando todo mundo em estado de tensão. A situação parecia crítica, mas a sorte estava a caminho.
A Intervenção da Polícia
O plano dos bandidos foi interrompido quando um segundo gerente percebeu uma movimentação estranha na agência e acionou a polícia. As equipes chegaram rápido e cercaram o prédio, frustrando o assalto e garantindo a segurança do gerente e das crianças. A mobilização envolveu o Comando de Policiamento de Área do Interior 3 (CPAI-3), do 12º Batalhão da Polícia Militar, do Centro Tático Aéreo (CTA) e da Guarda Municipal.
O Desfecho
Com a chegada de um esquadrão antibomba de São Luís, a situação foi analisada e o material foi considerado um simulacro, sem risco de explosão. As crianças foram libertadas pela manhã e estão bem com a família, enquanto o gerente saiu ileso. Os criminosos, percebendo o cerco policial, fugiram e a PM continua nas buscas para capturá-los, suspeitando que eles façam parte de uma quadrilha especializada em roubos a bancos. A investigação está sendo mantida em sigilo.



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