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Polícia Civil do Maranhão captura dois homens por violência doméstica em Santa Inês; vítimas relatam horrores

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • 18 de jul.
  • 2 min de leitura

Dois homens foram presos pela Polícia Civil do Maranhão, em Santa Inês, suspeitos de violência doméstica. As prisões foram resultado de mandados por agressões graves a mulheres, destacando a luta contra a violência de gênero.


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Na última quarta-feira (16), a Polícia Civil do Maranhão prendeu dois homens suspeitos de violência contra a mulher em Santa Inês, na região do Vale do Pindaré. As prisões foram feitas pela Delegacia Especial da Mulher, que está sempre atenta a esses casos. As vítimas, infelizmente, passaram por situações bem graves, e agora os suspeitos estão à disposição da Justiça.


Primeiro Caso de Violência


O primeiro homem preso é acusado de lesão corporal contra sua companheira. Ele teria agredido a mulher verbalmente várias vezes e, em um momento de fúria, usou uma faca de cozinha, causando uma lesão horrível. A mulher teve metade da orelha cortada, o que mostra a gravidade da situação. O inquérito policial apura todos os detalhes, e a polícia está fazendo o que pode para garantir a segurança das mulheres.


Segundo Caso de Agressão


O segundo mandado de prisão foi cumprido contra um homem que cometeu ameaças, injúrias e lesões contra sua namorada. Ele a convidou para dar uma volta, mas a situação virou um pesadelo. Durante o trajeto, ele agrediu a mulher verbalmente e ainda deu um tapa forte em seus lábios, causando uma lesão grave. Com medo, a vítima se jogou do carro em movimento, mas ele a agarrou e a forçou a voltar para dentro do veículo. Uma situação de desespero total.


Fuga e Proteção


O homem só parou o carro em um posto de combustível, onde a mulher conseguiu escapar e se esconder em uma conveniência. Os proprietários do local a ajudaram, protegendo-a do agressor, que tentou entrar atrás dela, mas foi impedido pelos clientes. Depois disso, ele fugiu. Agora, os dois suspeitos estão na Unidade Prisional de Santa Inês, e a polícia continua a investigar para que justiça seja feita e as vítimas possam ter um pouco de paz.


 
 
 

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