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PF realiza operação contra abuso sexual infantil em Timbiras

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • há 25 minutos
  • 2 min de leitura

A Polícia Federal cumpriu, nesta terça-feira (19), um mandado de busca e apreensão em Timbiras, no Maranhão, durante a Operação Conteúdo Proibido 20. A ação investiga crimes de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes pela internet. Equipamentos eletrônicos foram apreendidos e passarão por perícia criminal.


A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (19) a Operação Conteúdo Proibido 20, com foco no combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes pela internet. Em Timbiras, cidade localizada no interior do Maranhão, agentes cumpriram um mandado de busca e apreensão contra um investigado suspeito de envolvimento em crimes virtuais. Outras três ações também ocorreram em áreas rurais de Minas Gerais, ampliando o alcance da investigação conduzida pela PF.


Equipamentos serão analisados

Durante a operação, os policiais federais apreenderam computadores, celulares, mídias digitais e outros equipamentos de armazenamento de dados. Todo o material recolhido será encaminhado para perícia criminal federal, responsável pela extração e análise das informações encontradas nos dispositivos. A investigação busca reunir provas sobre autoria e materialidade dos crimes, além de identificar possíveis novas vítimas e outros suspeitos envolvidos na rede criminosa.


PF reforça alerta aos pais

A Polícia Federal destacou a importância do acompanhamento familiar no uso da internet por crianças e adolescentes. Segundo a instituição, a orientação dos pais e responsáveis sobre os riscos do ambiente virtual é fundamental para prevenir casos de abuso e exploração sexual. A PF também ressaltou que o diálogo aberto dentro de casa e a supervisão das atividades online podem ajudar na identificação de comportamentos suspeitos e na proteção de possíveis vítimas.


Crimes podem gerar mais de 24 anos de prisão

Caso as suspeitas sejam confirmadas após a conclusão da perícia e das investigações, os envolvidos poderão responder por crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Entre os delitos investigados estão produção, armazenamento, venda e compartilhamento de material contendo cenas de abuso sexual infantil. Somadas, as penas máximas previstas para esses crimes podem ultrapassar 24 anos de prisão, conforme informou a Polícia Federal.

 
 
 
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