MP Investiga Pagamentos Irregulares a Servidor 'Falecido' Durante Gestão de Júnior Lourenço em Miranda do Norte
- Alexandre Ferreira
- 22 de jul.
- 2 min de leitura
O Ministério Público do Maranhão investiga pagamentos irregulares a um servidor que consta como "falecido", realizados durante a gestão do ex-prefeito Júnior Lourenço, hoje deputado federal. A apuração visa identificar possíveis atos de improbidade administrativa.

O Ministério Público do Maranhão tá de olho em pagamentos suspeitos que teriam sido feitos a um servidor que, segundo registros, já tá na eternidade. A investigação começou na 1ª Promotoria de Justiça de Itapecuru-Mirim e envolve a Prefeitura de Miranda do Norte, durante a gestão de Júnior Lourenço, que agora é deputado federal. Os pagamentos a Rogério Lima Teixeira teriam rolado entre 2014 e novembro de 2022, sem que ele prestasse serviços ao município. A denúncia anônima levantou a lebre e agora a coisa tá pegando fogo.
Início da investigação
O inquérito civil foi instaurado a partir de um Procedimento Administrativo, depois que o Ministério Público do Trabalho passou a batata quente pro MP estadual. Durante a investigação, ficou claro que o tal servidor recebeu grana todo mês por quase dez anos, mas sem ter vínculo ativo com a Prefeitura. A situação ficou mais estranha quando o Banco do Brasil confirmou que Rogério tá registrado como "falecido". Isso levantou um monte de perguntas sobre como esses pagamentos aconteceram.
Ações do Ministério Público
Diante de toda essa confusão, o promotor José Carlos Faria Filho decidiu aprofundar a investigação. Ele quer descobrir quem são os responsáveis por essa bagunça e se houve improbidade administrativa. Pra isso, já mandou quebrar o sigilo bancário do servidor e consultar cartórios pra confirmar se ele realmente tá vivo ou não. Também pediu documentos da Prefeitura de Miranda do Norte, como informações sobre vínculos e frequência de trabalho, além de ouvir testemunhas de uma empresa terceirizada que tá na história.
Possíveis consequências
Esse caso vai tramitar sob sigilo e será comunicado ao Conselho Superior do Ministério Público. Se as suspeitas se confirmarem, os envolvidos podem se dar mal, enfrentando processos por improbidade administrativa. Isso pode resultar em Ação Civil Pública e até pedido de ressarcimento dos valores que foram pagos indevidamente. A situação é séria e todo mundo tá de olho no desenrolar dessa história.




Comentários