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Motoristas da 1001 seguram frota e exigem salários: crise pode explodir quarta

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • 24 de nov
  • 2 min de leitura

Mais de quinze bairros da capital maranhense amanheceram sem ônibus nesta segunda (24), em decorrência da paralisação dos motoristas da empresa Expresso 1001, que já atinge onze dias. A categoria reclama de salários atrasados; a Prefeitura de São Luís afirma que o subsídio está sendo pago, mas as empresas operam abaixo da frota contratada.


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A paralisação dos motoristas da Expresso 1001 entra no 11.º dia nesta segunda-feira, afetando cerca de quinze bairros na capital maranhense, como Ribeira, Vila Kiola, Tibiri, Alto do Turu, Forquilha e outros. Esse cenário deixa milhares de usuários sem transporte coletivo regular, o que gera atrasos, maior custo com alternativas e desgaste da rotina. A exigência da categoria é clara: pagamento imediato dos salários atrasados.


Reclamações dos motoristas e justificativas da empresa


Os motoristas denunciam atrasos recorrentes nos pagamentos, o que compromete não só o sustento dos trabalhadores como também a prestação do serviço público. Por outro lado, a Expresso 1001 e demais empresas argumentam que enfrentam dificuldades financeiras motivadas pela ausência ou insuficiência do subsídio municipal, o que prejudica a folha de salários.


Versão da Prefeitura e entraves judiciais


A Prefeitura de São Luís afirma que o subsídio está sendo pago, mas que não repassa 100 % porque a frota operada está em cerca de 80 % do previsto. Além disso, buscou autorização judicial para depositar valores referentes a parcelas atrasadas, mas teve pedido barrado em 1.º grau e encaminhou novo requerimento ao Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região-MA.


Ameaça de greve geral e caminho à frente


O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Maranhão (Sttrema) encaminhou ofício às empresas dando prazo de 72 horas úteis para regularização dos salários atrasados e ameaçou deflagrar uma greve geral a partir da próxima quarta-feira (26). Enquanto isso, a capital convoca audiência pública na Câmara Municipal de São Luís para debater a crise no transporte, numa tentativa de encontrar solução e evitar colapso do sistema

 
 
 

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