Maranhão Registra Queda de 60% nos Casos de Chikungunya em 2025 com Ações de Prevenção e Mobilização Comunitária
- Alexandre Ferreira
- 28 de jul.
- 2 min de leitura
O Maranhão registra uma queda de 60% nos casos de chikungunya no primeiro semestre de 2025, com 259 confirmações. A redução é resultado de ações de vigilância, educação e controle do Aedes aegypti, segundo a SES.

O Governo do Maranhão, através da Secretaria de Estado da Saúde (SES), conseguiu reduzir bastante os casos de chikungunya no primeiro semestre de 2025. Foram 259 casos confirmados, o que representa uma queda de 60% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram registrados 651 casos. Essa diminuição é resultado de um trabalho firme nas ações de vigilância epidemiológica, educação da população e melhorias no acesso à saúde básica, além de um controle mais rigoroso do mosquito Aedes aegypti, que transmite a doença.
Ações Eficazes
As iniciativas do governo incluem campanhas educativas, capacitação das equipes municipais e a implementação da Sala de Situação Estadual, que monitora os dados em tempo real. O secretário de Saúde, Tiago Fernandes, acredita que esses resultados são fruto de um planejamento bem feito. Ele ressalta que a queda nos casos de chikungunya é resultado de um esforço conjunto, que envolve ações práticas, orientação à população e um acompanhamento minucioso das informações. É essencial que essa mobilização continue para manter os índices em baixa.
Importância do Engajamento
Joseneide Matos, coordenadora do Programa Estadual de Prevenção e Controle das Arboviroses, destaca que essa conquista não é só técnica, mas também um reflexo do envolvimento da comunidade. Para ela, a luta contra as arboviroses vai além de controlar o mosquito. É preciso que a população se conscientize da importância da prevenção. “Essa redução é um avanço na consciência coletiva sobre a prevenção. O combate às arboviroses precisa ser um esforço contínuo, tanto técnico quanto comunitário”, afirma.
Cuidados Necessários
A SES recomenda que a população continue atenta e adote medidas simples no dia a dia, como evitar água parada, usar repelente e procurar uma unidade de saúde ao notar sintomas como febre, dores de cabeça e articulações. A automedicação não é aconselhada, pois pode piorar a situação. Além disso, a Secretaria reforça a importância da vacinação contra a dengue, que está disponível para jovens de 10 a 14 anos. Para garantir a proteção, é preciso completar o esquema vacinal com duas doses, com intervalo de três meses entre elas.



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