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Maranhão Recebe R$ 833 Milhões do Bolsa Família: 1,19 Milhão de Famílias Beneficiadas

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • 18 de jul.
  • 2 min de leitura

Maranhão recebe R$ 833 milhões em repasses do Bolsa Família, beneficiando 1,19 milhão de famílias com um valor médio de R$ 695,98. O programa, que inclui auxílios para crianças e gestantes, é vital para a assistência social no estado.


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Maranhão vai receber um baita reforço com os repasses do Bolsa Família. A partir de hoje, 18 de julho, mais de 1,19 milhão de famílias no estado vão começar a receber a grana referente ao mês de julho. No total, o Governo Federal vai investir R$ 833,2 milhões, com um valor médio de R$ 695,98 por família. Os pagamentos vão rolar até o dia 31, seguindo a ordem do Número de Identificação Social (NIS). É uma ajuda que faz a diferença na vida de muita gente.


Benefícios para Crianças e Gestantes


Além do valor principal, o programa ainda garante um suporte extra para as crianças. São 531,6 mil pequenos de até seis anos que vão receber o Benefício Primeira Infância, com um acréscimo de R$ 150 por cada criança. Para as crianças e adolescentes de sete a 18 anos, R$ 50 são destinados a 955 mil deles. E não para por aí: 43,5 mil gestantes e 18,5 mil mamães que estão amamentando também têm direito a esse apoio. Juntos, esses auxílios somam R$ 76,9 milhões e R$ 48,2 milhões.



Cidades em Destaque


São Luís é a cidade que mais recebe esse benefício, com 124,4 mil famílias sendo atendidas. Imperatriz vem logo em seguida, com 29,6 mil beneficiários, e São José de Ribamar com 27,6 mil. Um dado interessante é que Jenipapo dos Vieiras se destaca com o maior valor médio de R$ 804,10. Enquanto isso, Uiramutã, em Roraima, tem a maior média do Brasil, alcançando R$ 1.018. Esses números mostram a importância do programa para as famílias maranhenses.


Aumento de Renda e Cadastro Único


Um dado relevante é que 41 mil famílias no Maranhão deixaram de receber o Bolsa Família em julho, pois conseguiram aumentar a renda. No Brasil todo, esse número chega a 958 mil. O ministro Wellington Dias comentou que essas famílias ainda estão no Cadastro Único, o que garante a possibilidade de um retorno ao programa caso a situação mude. É uma estratégia que busca ajudar as pessoas a se manterem em uma vida melhor, sempre que necessário.


 
 
 

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