top of page

Investigação apura como arma artesanal chegou na mão de criança em caso que deixou menino de 9 anos em UTI

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • 24 de nov.
  • 2 min de leitura

Um menino de nove anos, Victor Gabriel, permanece em estado grave após ser atingido por um disparo de arma artesanal feito por outra criança, de 11 anos, no município de Humberto de Campos, litoral do Maranhão. O caso mobiliza investigação da Polícia Civil do Maranhão e segue sob acompanhamento médico e institucional.


ree

No último sábado (22) à tarde, na rua de bairro popular de Humberto de Campos, uma brincadeira infantil entre Victor Gabriel e o menino de 11 anos escalou para discussão. Após o conflito, o garoto mais velho foi até a casa do avô, pegou uma cartucheira artesanal e voltou para o local dove efetuou o disparo. O tiro atingiu o rosto de Victor Gabriel de frente e a curta distância, provocando ferimento grave.


As vítimas e tratamento

Além de Victor Gabriel, outras duas crianças foram atingidas: a irmã de seis anos sofreu ferimento na parte superior da cabeça e recebeu alta após observação no Hospital Municipal Elda Ribeiro Fonseca. Um terceiro adolescente, de 14 anos, identificado como José Lucas, teve ferimento superficial e também foi liberado após atendimento médico. Victor permanece internado em UTI no Hospital Regional de Barreirinhas, com previsão de transferência para UTI pediátrica em São Luís.


As investigações e responsabilidades

A Polícia Civil do Maranhão investiga a origem da arma caseira e como a criança de 11 anos teve acesso à mesma. O avô do menor foi autuado pela Polícia Militar do Maranhão por porte da arma artesanal. O inquérito buscará esclarecer se houve intenção de ferir ou se foi acidente, e também se há responsabilidade criminal ou civil de familiares e responsáveis.


Reflexões sobre o contexto e prevenção

Este episódio escancara o risco de brincadeiras de rua que se transformam em tragédias quando envolvem disputas infantis e armas acessíveis. A presença de armas artesanais em residências, mesmo em comunidades pequenas litorâneas, exige atenção de autoridades e campanhas de conscientização. Proteção das crianças, supervisão adequada e responsabilização de adultos são medidas urgentes para evitar repetição de casos tão graves.

 
 
 

Comentários


bottom of page