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Havan é obrigada a retirar vídeos com imagens de furtos em lojas

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • 21 de jul
  • 2 min de leitura

A Justiça proibiu a Havan de divulgar vídeos mostrando suspeitos de furtar suas lojas, alegando violação da LGPD e direito à imagem. A decisão gerou revolta e levanta um debate: no Brasil, as leis acabam protegendo mais os criminosos do que quem é vítima de crimes.


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Nos últimos dias, a Justiça determinou que a Havan retire do ar os vídeos da série ‘Amostradinhos do Mês’, em que a empresa divulgava imagens de pessoas furtando suas lojas.


A decisão foi baseada na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e no direito à imagem, sob a alegação de que não é permitido expor rostos de suspeitos sem autorização ou sem decisão judicial. A Havan já removeu o conteúdo de suas redes sociais, mas a questão segue em análise pela ANPD, a Autoridade Nacional de Proteção de Dados.


E os direitos de quem é roubado?

Mas essa decisão levanta uma questão importante: até onde vai a proteção aos direitos individuais e quando ela começa a virar um escudo para criminosos? Afinal, o que é mais grave: alguém roubar uma loja ou ter sua imagem exposta enquanto está cometendo o crime?


Brasil: terra da impunidade

Vivemos em um país onde quem trabalha, gera empregos e paga impostos tem menos direitos do que quem vive do crime. A lei, que deveria proteger o cidadão honesto, acaba sendo usada para blindar marginais.


O recado que fica é claro: se você rouba, ninguém pode mostrar seu rosto. Mas se você é comerciante e expõe a verdade, é você quem corre o risco de ser processado.


É por isso que o Brasil virou o país da impunidade. Aqui, a lei facilita a vida do bandido e pune quem está do lado certo. Uma inversão de valores que destrói a confiança e incentiva ainda mais o crime.


 
 
 

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