GREVE: Desembargador do TRT acusa Prefeitura de São Luís de intransigência
- Alexandre Ferreira
- há 10 horas
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O desembargador Gerson de Oliveira Costa Filho, vice-presidente e corregedor do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região, afirmou em entrevista ao Bom Dia Mirante que a Prefeitura de São Luís demonstra intransigência na tentativa de resolver o impasse da greve que afeta trabalhadores da capital, dificultando avanço nas negociações.

Em entrevista ao programa Bom Dia Mirante, o vice-presidente e corregedor do TRT da 16ª Região, desembargador Gerson de Oliveira Costa Filho, criticou a postura da Prefeitura de São Luís. Segundo ele, a administração municipal não apresentou propostas suficientes para superar o impasse da greve e avançar nas negociações.
Impasse e greve prolongados por falta de diálogo
Costa Filho afirmou que a intransigência da gestão municipal tem sido o principal obstáculo para pôr fim ao movimento grevista que atinge milhares de trabalhadores. A ausência de propostas concretas da prefeitura impede o progresso das negociações.
Juiz ressalta impacto social da paralisação
Durante a entrevista, o desembargador destacou que a greve tem efeitos severos na rotina da cidade. Ele afirmou que a população sofre com a continuidade do impasse, que poderia ser amenizado com uma postura mais aberta ao diálogo por parte do poder público.
Responsabilidade do poder público nas negociações
Para Costa Filho, a solução passa necessariamente pela disposição da prefeitura em negociar de maneira eficaz. Ele ressaltou que cabe à administração municipal apresentar alternativas viáveis para encerrar o conflito e reduzir prejuízos sociais.
Pressão aumenta sobre a gestão municipal
As declarações do vice-presidente do TRT 16ª Região intensificam a pressão sobre a gestão do prefeito Eduardo Braide, apontado pelo magistrado como peça central na condução das negociações. Sem avanços, a greve segue afetando serviços e trabalhadores em São Luís.
Ações do MP
O Ministério Público do Maranhão (MPMA) enviou um ofício ao prefeito de São Luís, Eduardo Braide, solicitando uma manifestação em cinco dias sobre a proposta de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para o transporte coletivo da capital. A ação visa resolver problemas estruturais no serviço, agravados pela greve dos rodoviários. O MPMA apontou falhas na gestão do sistema e a necessidade de diálogo entre as partes envolvidas para garantir melhorias.



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