top of page

Governo do Maranhão defende legalidade na escolha de conselheiros do TCE após despacho do STF sobre advogada

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • 5 de ago.
  • 2 min de leitura

Após decisão do ministro Flávio Dino, que impediu a participação de uma advogada em um caso sobre a escolha de conselheiros do TCE-MA, o Governo do Maranhão defende a legalidade do processo de indicação e nega irregularidades.


ree

Após a decisão do ministro Flávio Dino, do STF, que impediu uma advogada de Minas Gerais de atuar como amicus curiae em uma ação sobre a escolha de conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA), o Governo do Maranhão se manifestou, nesta terça-feira (5). O governo reafirmou a legalidade do processo de indicação dos conselheiros, destacando que tudo segue as normas da Constituição Federal e Estadual. As decisões sobre os nomes cabem à Assembleia Legislativa e ao Poder Executivo, sem interferência do STF.


Legalidade do Processo


O Governo do Maranhão deixou claro que a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) em questão foca apenas na análise das normas que regem a escolha dos conselheiros. Não se trata de casos específicos ou de vagas que estão em disputa no TCE. Esse ponto é importante para entender que a discussão é mais sobre a legalidade do processo do que sobre quem vai ocupar os cargos.


Esclarecimento sobre Alegações


Quanto às alegações feitas pela advogada sobre um possível esquema de "venda de vagas" no TCE, o governo afirmou que não há provas consistentes que sustentem tais afirmações. Além disso, não foi identificado qualquer envolvimento de autoridades com foro privilegiado no STF. Por isso, o governo não vê motivos para abrir investigações sobre o assunto.


Compromisso com a Transparência


Por fim, o Governo do Estado reafirmou seu compromisso com a legalidade, moralidade administrativa e respeito às instituições. O governo garantiu que suas ações são pautadas pela transparência e responsabilidade pública. Qualquer manifestação sobre as alegações deve ocorrer nas instâncias competentes, sempre respeitando os parâmetros legais.


 
 
 

Comentários


bottom of page