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Governador Carlos Brandão Defende Diálogo com Lula e Alckmin sobre Tarifaço de Trump e Seus Impactos

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • 30 de jul.
  • 2 min de leitura

O governador do Maranhão, Carlos Brandão, defende que as negociações sobre o tarifaço de 50% dos EUA sejam conduzidas pelo presidente Lula e o vice Alckmin, em resposta às ações do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.


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O governador Carlos Brandão, do Maranhão, comentou sobre a situação complicada do tarifaço de 50% que os Estados Unidos impuseram aos produtos brasileiros. Ele deixou claro que não é hora de atropelar as decisões do presidente Lula e do vice, Geraldo Alckmin, nas negociações. Brandão destacou que a melhor estratégia é ouvir as lideranças antes de tomar qualquer atitude. Ele tem buscado informações junto à federação das indústrias e do comércio para entender melhor como isso afeta a região.


Tarcísio e a Relação com Lula


Brandão também se manifestou sobre a postura do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Para ele, Tarcísio não parece querer ser guiado por Lula nesse processo de negociação com o governo americano. O governador maranhense acredita que o colega paulista pode estar tentando se destacar por conta de suas ambições políticas, já que é cogitado como candidato à Presidência em 2026. “Não dá pra sair atropelando sem ouvir quem realmente entende do assunto”, disse Brandão.



Impactos do Tarifaço


O tarifaço imposto por Donald Trump vai trazer sérios impactos para o Brasil, especialmente na área de combustíveis e celulose. Brandão alertou que 70% do combustível que o país consome chega pelo porto de Itaqui, que é o mais próximo dos EUA. Ele mencionou que a maior empresa de celulose do Brasil, a Suzano, pode ter uma queda de 16% no faturamento, principalmente nas fábricas da Bahia e do Maranhão, que são as mais afetadas pela exportação para os Estados Unidos.


O Porto de Itaqui em Foco


Brandão enfatizou a importância do porto de Itaqui, que é o maior do Arco Norte e o mais próximo dos Estados Unidos. Ele explicou que a exportação de celulose e papel será diretamente impactada pelo tarifaço, já que uma parte significativa desses produtos vai para o mercado americano. O governador deixou claro que a situação exige atenção e planejamento, pois os efeitos do tarifaço já estão sendo sentidos e podem complicar ainda mais a economia local.


 
 
 

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