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Farra no INSS: Sindicato do irmão de Lula embolsou milhões com desconto indevido!

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • 18 de ago.
  • 2 min de leitura

Sindnapi, sindicato ligado ao irmão do Lula, está no centro da “Farra do INSS”: comissões milionárias pagas a empresa de dirigentes e facilitação de descontos irregulares em aposentadorias. A Polícia Federal investiga. Entenda como rolou e quem foi beneficiado.

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Sindnapi, sindicato de aposentados com vice-presidente sendo Frei Chico — irmão do presidente Lula — recebeu mais de R$4,1 milhões via comissões pagas à empresa Gestora Eficiente LTDA, ligada à diretora jurídica Tonia Galleti e sua família. Os valores eram proporcionais ao número de aposentados que tinham descontos automáticos em seus benefícios do INSS, gerando forte suspeita de desvio sistemático.


Amizade e proximidade política


Tonia Galleti, amiga do ex-ministro da Previdência Carlos Lupi, participava de conselhos ligados ao INSS e da transição do governo Lula em 2022. Sua empresa atuava diretamente no processamento de fichas de desconto. O vínculo entre interesses pessoais, conexões políticas e a estrutura sindical fortaleceu a suspeita de favorecimento e criação de um sistema paralelo de arrecadação às custas dos aposentados.



Lavagem de dinheiro e explosão de receita


Entre 2020 e 2023, os pagamentos à Gestora Eficiente cresceram rapidamente: R$340 mil em 2020 e mais de R$1 milhão em 2022. No mesmo período, o Sindnapi viu sua receita saltar de R$23 milhões para R$154 milhões, um aumento de mais de 560%. Esse crescimento fora da curva reforça a hipótese de um esquema baseado em descontos massivos, muitas vezes sem autorização clara dos beneficiários.


nvestigação federal e implicações


A Polícia Federal deflagrou a Operação Sem Desconto, mirando o Sindnapi e outras entidades por fraudes nos repasses. Foram identificados mecanismos que permitiam descontos sem biometria e sem validação direta dos aposentados. A investigação apura crimes como formação de quadrilha, apropriação indevida e fraude contra idosos, levantando a possibilidade de responsabilização de dirigentes e aliados políticos envolvidos.

 
 
 

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