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Família unida e ouriçada? Após troca de farpas, Michelle Bolsonaro pousa ao lado de Flávio e André Fernandes

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • 3 de dez.
  • 1 min de leitura

Após reunião da cúpula do Partido Liberal (PL), na terça-feira (2/12), em Brasília, o partido oficializou a suspensão do apoio à candidatura de Ciro Gomes (PSDB) ao governo do Ceará. A declaração foi tomada após atrito interno desencadeado por críticas da Michelle Bolsonaro à aliança — seguida de fotos com líderes do PL, sinalizando reconciliação temporária.



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Na reunião desta terça, a direção nacional do PL optou por suspender as conversas com o PSDB-Ceará sobre eventual apoio a Ciro Gomes. A nota oficial, assinada pelo braço feminino da legenda, PL Mulher, presidido por Michelle, afirma que as negociações estão interrompidas até nova deliberação. Segundo o partido, serão buscadas “alternativas viáveis” que mantenham a coerência com os valores da direita conservadora.


O atrito interno: críticas, embate e pressão

A crise se iniciou após Michelle Bolsonaro criticar, publicamente, o apoio do diretório do PL no Ceará à candidatura de Ciro. Ela classificou a aliança como precipitada, atacando o alinhamento com quem considera adversário ideológico de seu marido. A fala provocou reação imediata dos filhos do ex-presidente, especialmente do Flávio Bolsonaro, que acusou Michelle de “atropelar” decisões do partido e de desrespeitar aliados locais.



Fotos e gesto de conciliação — mensagem de “união”

Depois da reunião, Michelle postou nas redes sociais fotos sorridente ao lado do senador Flávio Bolsonaro, do deputado André Fernandes, do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, e do senador Rogério Marinho. A imagem inclui ainda uma versão de papelão do ex-presidente, como símbolo de uma paz aparente. No post, Michelle escreveu: “Com oração, conversa sincera e união, o Brasil tem solução”, reforçando o discurso de reconciliação após o embate.

 
 
 

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