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Esponjas de cozinha: O item mais contaminado da casa que pode ameaçar sua saúde; troque semanalmente!

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • 19 de set.
  • 2 min de leitura

Especialistas alertam que as esponjas de cozinha, frequentemente negligenciadas, podem ser um dos itens mais contaminados do lar, acumulando bactérias que representam riscos sérios à saúde. A troca semanal é essencial.


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Especialista alerta sobre contaminação de esponjas de cozinha


Com que frequência você troca a esponja utilizada para lavar as louças? E a mesma esponja é usada para limpar a pia? Cuidado! Segundo especialistas, esse item comum nas cozinhas pode ser um dos mais contaminados da casa, repleto de bactérias que podem causar sérios problemas de saúde. O biomédico Karwhory Lins destaca que uma esponja pode conter mais bactérias do que o vaso sanitário de uma residência. A recomendação é que a troca seja feita semanalmente. “A esponja é o objeto mais contaminado em um lar e pode disseminar micro-organismos responsáveis por doenças como diarreia, náuseas, vômitos, pneumonia, tosse e febre, podendo agravar o quadro. Em casos mais graves, o indivíduo pode precisar de hospitalização e até desenvolver infecção generalizada se não receber o tratamento adequado”, explica o professor do curso de Biomedicina da Estácio.


Troca de esponjas


Na casa de Vitória Lira, não existe uma frequência definida para a troca da esponja; a substituição ocorre assim que surgem os primeiros sinais de desgaste. “Não tenho um período certo, troco de acordo com o desgaste. Se já passou da hora, eu troco”, conta a enfermeira.


Recomendações de higiene


Karwhory Lins recomenda a troca semanal da esponja e a limpeza diária do item. Essas práticas são essenciais para evitar a proliferação de bactérias e o surgimento de doenças. “É importante ter uma esponja exclusiva para talheres e outra para superfícies ou utensílios, pois a carga microbiana varia em cada ambiente. Usar uma única esponja pode levar à contaminação cruzada. Essas atitudes simples fazem toda a diferença na proteção da saúde da família”, conclui Karwhory.

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