top of page

Especialista revela estratégias essenciais para evitar a inadimplência e recuperar a saúde financeira

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • 28 de ago.
  • 2 min de leitura

Com a inadimplência atingindo 30,2% no Brasil e 44,8% no Maranhão, especialista em finanças alerta para a importância do planejamento familiar e evita o uso do crédito rotativo, destacando estratégias para evitar o sufocamento financeiro.


ree

O sufocamento financeiro e o descontrole orçamentário das famílias no Brasil são questões cada vez mais alarmantes. De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a inadimplência entre os brasileiros atingiu 30,2% em julho, o maior percentual em dois anos. No Maranhão, em junho de 2025, mais de 2 milhões de pessoas estavam inadimplentes, representando 44,8% da população adulta do estado, conforme levantamento do Serasa. Para Petra Fernanda, coordenadora do Núcleo de Negócios da UniFacimp Wyden, a principal causa desse cenário é a falta de planejamento financeiro familiar, que pode resultar em sérios prejuízos. “É importante que toda a família conheça a situação financeira em que vive. Assim, todos podem contribuir, utilizando os recursos de forma mais racional, evitando o consumo excessivo, priorizando as necessidades e mudando hábitos que prejudiquem o orçamento”, alerta.


ESTRATÉGIAS


Petra destaca a importância de evitar hábitos comuns entre os brasileiros inadimplentes, especialmente o uso de créditos rotativos. “A maioria das pessoas recorre a essa modalidade, que é um grande vilão e deve ser evitada, pois apresenta os maiores juros do mercado. Esse tipo de crédito exige muito cuidado, pois pode rapidamente transformar dívidas pequenas em uma bola de neve, levando à inadimplência”, ressalta.


As preocupações da professora são confirmadas por estatísticas: em maio de 2025, a taxa média de juros do crédito rotativo no cartão de crédito chegou a 449,9% ao ano, segundo o Banco Central do Brasil (BC), com um aumento de 5,7 pontos percentuais em relação a abril. Petra reforça que nunca é tarde para reorganizar os gastos e buscar maior estabilidade financeira. “Saber exatamente o quanto se pode gastar é essencial para evitar o endividamento. Além disso, ter uma reserva de emergência é fundamental. Muitos não se preocupam com isso e acabam gastando todo o rendimento de uma só vez. O ideal é manter uma quantia equivalente a pelo menos três vezes a renda líquida da família para enfrentar imprevistos”, conclui.

ree

 
 
 

Comentários


bottom of page