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Dinistas veem aliança com Eduardo Braide como chave para vencer eleições de 2026, mas temem desilusões

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • 24 de jul.
  • 2 min de leitura

O grupo oposicionista dinista, liderado por Othelino Neto, busca aliança com Eduardo Braide para as eleições de 2026, apesar de receios sobre a lealdade do prefeito. A articulação pode moldar o futuro político no Maranhão.


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O grupo de oposição ao governador Carlos Brandão, conhecido como Dinistas, acredita que a melhor estratégia para as eleições de 2026 é se unir a Eduardo Braide (PSD). Apesar de Flávio Dino estar fora do jogo como ministro do STF, os dinistas ainda o consideram seu líder. No entanto, a relação com Braide gera preocupações, já que o prefeito de São Luís tem um histórico de afastamento de aliados, o que deixa a turma apreensiva sobre como será essa colaboração.


O medo dos dinistas


Othelino Neto (Solidariedade) é um dos que defende essa aproximação, mas ele mesmo já sentiu na pele o distanciamento de Braide após a vitória de 2020. Othelino conseguiu apenas colocar seu cunhado, Eduardo Gedeon Maciel, em um cargo na Prefeitura, o que não foi lá muito satisfatório. Márcio Jerry (PCdoB), Rodrigo Lagoa (PCdoB) e Carlos Lula (PSB) também veem a união como um caminho viável, mas estão com o pé atrás, temendo não serem valorizados pelo prefeito, que atualmente goza de boa popularidade.


Propostas para o futuro


Os dinistas estão pensando a longo prazo e até cogitam que Felipe Camarão (PT) seja o nome apoiado por Braide para a Prefeitura de São Luís em 2028. No entanto, o receio é que Braide aceite a proposta, mas não cumpra com o combinado. A lista de descontentes com o prefeito é grande, incluindo figuras como César Pires e Weverton Rocha, que reclamam de promessas não cumpridas.


Articulações e composição da chapa


Fernando Braide, deputado estadual, é considerado fundamental para intermediar essa relação. Ele mantém um bom contato com os dinistas e pode ajudar a selar o acordo. A dúvida é se Felipe Camarão deve apoiar Braide em um eventual segundo turno ou abrir mão da candidatura. Além disso, a composição da chapa majoritária ainda está em aberto, com nomes como Hilton Gonçalo (Mobiliza) sendo cotados para o Senado. Enquanto isso, a aproximação dos dinistas com Braide e os planos para 2028 vão ganhando forma, mas ainda são apenas especulações.

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