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DEU NA FOLHA: atritos internos emergem com possível indicação de Dino ao STF

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • 22 de set. de 2023
  • 2 min de leitura

Desacordos sobre indicações ao STF e dados preocupantes de segurança na Bahia acentuam desavenças no cenário político atual.

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A cena política nacional vive momentos de tensão. Enquanto o presidente repousa pós-viagem, importantes discussões e desacordos internos afloram, conforme revelou a jornalista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo.


Indicações Pendentes

Apesar da pausa do presidente, questões pendentes não esperam. Rosa Weber, do STF, e Augusto Aras, da PGR, terão futuros substitutos. A situação ainda é nebulosa, e fontes próximas confirmam que esses assuntos ainda não foram discutidos pelo chefe do Executivo.


Desacordo no PT

Não é apenas na cúpula que as divergências surgem. Flávio Dino, ministro da Justiça, e algumas facções do PT estão em desacordo. O cerne da questão? A indicação de Dino ao STF. Enquanto o ministro ganha apoio, o partido mostra preferência pelo advogado-geral da União, Jorge Messias, o "Bessias da Dilma". Esse embate trouxe instabilidade ao ministério liderado por Dino, gerando rumores sobre possíveis substituições.

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Confronto sobre Segurança Pública

A tensão se estende até a Casa Civil. Um relatório divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública colocou Rui Costa, o ministro da pasta, em posição delicada. Os dados apontam que a Bahia, estado anteriormente governado por ele, lidera em mortes pela Polícia Militar e em mortes violentas intencionais no país. Dino, por sua vez, confirmou a validade da pesquisa, aprofundando o conflito entre ambos.


No jogo político, as alianças e discordâncias se remodelam constantemente. O cenário atual apresenta rachaduras visíveis, com figuras centrais em evidente desacordo. A expectativa é por resoluções que pacifiquem as divergências e conduzam o país a uma estabilidade.


Diantes de tantos atritos, o presidente Lula manifestou insatisfação com o slogan "União e Reconstrução", questionando quem o teria criado. Foi nesse momento que o marqueteiro Sidônio Palmeira lembrou ao presidente que o slogan foi sugestão do próprio Lula. Parece que a "União e Reconstrução" encontra pedras no caminho. Resta-nos torcer para que as pedras se tornem degraus em direção ao diálogo e progresso nacional.

 
 
 

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