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Desaparecimento de irmãos no MA completa 50 dias sem solução

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • 24 de fev.
  • 2 min de leitura

As buscas pelos irmãos Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, completaram 50 dias sem pistas em Bacabal, no Maranhão. A Polícia Civil mantém investigação com comissão especial, enquanto equipes seguem vasculhando áreas de mata e o rio Mearim.

Os irmãos desapareceram em 4 de janeiro de 2026, após saírem de casa para brincar no Quilombo São Sebastião dos Pretos, em Bacabal. Desde então, não houve confirmação sobre o paradeiro das crianças. A Secretaria de Segurança Pública informou que o inquérito continua em andamento e ainda não há conclusões. O caso mobiliza autoridades e familiares, que seguem aguardando respostas. Até agora, não foram identificados suspeitos ou circunstâncias definitivas sobre o desaparecimento.


Primo foi encontrado e ajudou na reconstrução

As crianças estavam acompanhadas do primo Anderson Kauan, de 8 anos, que também desapareceu, mas foi localizado três dias depois em uma estrada rural. O menino relatou que o grupo entrou na mata em busca de maracujá e acabou se perdendo. Segundo o depoimento, eles passaram por uma casa abandonada e depois se separaram. As informações fornecidas ajudaram a polícia a reconstruir parte do trajeto percorrido antes do desaparecimento dos irmãos.



Força-tarefa percorreu matas e o rio Mearim

Desde o início do caso, equipes percorreram mais de 200 quilômetros em áreas de mata e cursos d’água. As buscas incluíram uso de drones, cães farejadores e mergulhadores, além de operações ao longo do rio Mearim. A Marinha realizou varreduras detalhadas em trechos do rio, enquanto bombeiros e voluntários exploraram trilhas e regiões isoladas. Apesar dos esforços, nenhuma pista conclusiva foi encontrada, e as operações passaram a focar mais na investigação.


Investigação segue com comissão especial

A Polícia Civil formou uma comissão com delegados especializados para conduzir o inquérito, que já reúne centenas de páginas de documentos. As autoridades analisam relatórios das forças envolvidas e revisam áreas já investigadas com apoio de cães farejadores. O protocolo Amber Alert também foi ativado para ampliar a divulgação do desaparecimento. Mesmo com a redução das equipes em campo, as buscas e diligências continuam, mantendo a esperança de localizar as crianças.

 
 
 

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