Deputados do MA reagem à proposta de transição da escala 6x1
- Alexandre Ferreira
- 22 de mai.
- 2 min de leitura
A proposta que prevê uma transição de dez anos para o fim da escala 6x1 provocou forte repercussão entre deputados federais do Maranhão. Parlamentares que assinaram a emenda passaram a se manifestar após críticas nas redes sociais e cobranças de trabalhadores sobre a mudança prevista apenas para 2036.

A emenda apresentada pelo deputado Sérgio Turra, do PP do Rio Grande do Sul, ganhou destaque nacional ao propor que o fim da escala 6x1 aconteça somente em 2036. O texto recebeu 176 assinaturas de deputados federais e também prevê flexibilizações trabalhistas e redução de encargos para empresas durante o período de adaptação. A proposta tramita na comissão especial que discute mudanças na jornada semanal de trabalho e abriu novo debate sobre direitos trabalhistas e impactos econômicos no país.
Parlamentares maranhenses entram no centro da discussão
Entre os deputados do Maranhão que assinaram a emenda estão Aluísio Mendes, Josivaldo JP, Marcio Honaiser e Hildo Rocha. A repercussão nas redes sociais levou parte dos parlamentares a explicar publicamente o apoio ao texto. O tema passou a mobilizar trabalhadores, sindicatos e apoiadores da redução da jornada, principalmente após a divulgação de detalhes da proposta que podem alterar regras atuais de carga horária semanal.
Aluísio Mendes e Josivaldo JP comentam repercussão
Após receber críticas nas redes sociais, Aluísio Mendes afirmou que não votou contra o fim da escala 6x1 e classificou as acusações como fake news. Segundo ele, a proposta ainda não foi analisada pelo plenário da Câmara. Já Josivaldo JP declarou ser favorável à redução da jornada de trabalho, mas defendeu cautela no debate para evitar impactos negativos sobre pequenos empreendedores e setores econômicos que dependem de maior carga operacional.
Deputados ainda evitam posicionamento público
Enquanto parte da bancada maranhense decidiu se manifestar, Marcio Honaiser e Hildo Rocha ainda não comentaram publicamente a assinatura da emenda. O tema continua gerando discussões dentro e fora do Congresso Nacional, especialmente entre trabalhadores que defendem uma redução mais rápida da jornada semanal. A proposta segue em tramitação na Câmara dos Deputados e deve continuar no centro do debate político nas próximas semanas.



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