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Deputado reclama que fies estão deixando de pagar dizimo para jogar em bets

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • 31 de out.
  • 2 min de leitura

O deputado José Nelto (União-GO) criticou a recente redução da taxação de apostas esportivas e destacou a queda de 50% no dízimo das igrejas evangélicas, atribuindo isso ao vício em jogos online e defendendo uma reforma urgente no sistema financeiro brasileiro.


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O deputado José Nelto, do União de Goiás, fez um discurso forte na Câmara dos Deputados, no dia 14, criticando a redução da taxa de apostas esportivas de 18% para 12%. Ele destacou que essa mudança impactou diretamente o dízimo nas igrejas evangélicas, que teria caído 50% porque os fiéis estão mais interessados em apostar do que contribuir com a igreja. Segundo Nelto, essa situação é preocupante, pois muitos brasileiros estão tirando dinheiro da cesta básica e de suas economias para tentar a sorte nas apostas.


Críticas ao Sistema Financeiro


Nelto também aproveitou a oportunidade para falar sobre a concentração do sistema financeiro no Brasil, onde apenas cinco instituições controlam 85% dos depósitos. Ele ressaltou que as taxas de juros são exorbitantes, chegando a 400% no cartão de crédito e no cheque especial. Para ele, a primeira reforma que o país precisa é a do sistema financeiro, já que, segundo o deputado, nunca viu discussões sobre isso no Parlamento durante seus sete anos de atuação.


Abertura para Concorrência


O deputado questionou por que o governo não abre espaço para bancos internacionais, que poderiam trazer mais concorrência e melhores condições para os brasileiros. Além disso, Nelto criticou a lentidão do sistema judiciário, que pode demorar até 18 anos para resolver processos, enquanto nos Estados Unidos a média é de dois anos. Ele acredita que essa situação prejudica a economia, levando empresários à falência por conta das altas taxas de juros.


Propostas de Reforma


Nelto também falou sobre a necessidade de uma reforma tributária que aumente os impostos sobre bancos e fintechs, além de sugerir maior taxação sobre bebidas alcoólicas, armas e cigarros. Ele afirmou que as fintechs são usadas pelo crime organizado para lavagem de dinheiro e que, se dependesse dele, não haveria jogos no Brasil, já que apenas os banqueiros se beneficiam. No final, pediu que seu discurso fosse divulgado nas redes sociais do Parlamento e no programa A Voz do Brasil.


 
 
 

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