Denúncia contra deputado JP teria partido de Mariana Carvalho: diz site
- Alexandre Ferreira
- 6 de ago.
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Segundo reportagem do portal de notícias Lnove, divulgada em 5 de agosto de 2025, a denúncia de suposta compra de votos em Imperatriz — que levou a busca e apreensão contra o deputado federal Josivaldo JP (PSD) e mais onze alvos — partiu da ex-candidata Mariana Carvalho (REP).

De acordo com o Lnove, a acusação foi apresentada durante o primeiro turno das eleições municipais pela coligação de Mariana Carvalho junto ao TRE‑MA. Cerca de um ano depois, o juiz da 33ª Zona Eleitoral, Joaquim da Silva Filho, determinou que a Polícia Federal cumprisse mandados de busca e apreensão nos endereços ligados a JP.
Mariana Carvalho e suas denúncias
O Lnove relata que Mariana disputou o segundo turno contra Rildo Amaral (PP), mas perdeu. Ao longo da campanha, fez diversas denúncias contra adversários — interpretadas como perseguição política. Uma dessas acusações acabou sendo usada como “boi de piranha” na ação que atingiu JP.
Polêmica sobre foro privilegiado
Ainda segundo o Lnove, a operação foi autorizada por um juiz de primeira instância, o que levanta questionamentos jurídicos. Como deputado federal, JP teria direito a foro privilegiado, e apenas o STF poderia autorizar a medida. Até o momento, nem o TRE nem a PF comentaram sobre a possível irregularidade.
Consequências políticas
O Lnove destaca que a denúncia reacendeu disputas políticas locais e abriu espaço para debates jurídicos. Mariana, alinhada ao bolsonarismo, utilizou acusações como estratégia eleitoral. JP, agora na mira da Justiça, pode enfrentar desdobramentos que afetem seu mandato e sua carreira política.



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