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Crise na FMF e IMF: Entidades Repudiam Interventora Judicial e Prometem Medidas Judiciais Contra Exposição Ilegal

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • 14 de ago.
  • 2 min de leitura

A crise na Federação Maranhense de Futebol e no Instituto Maranhense de Futebol se intensifica após nota oficial que critica a interventora judicial, Susan Lucena, por divulgar informações sigilosas antes da perícia. As entidades alegam violação de direitos e preparam ações judiciais em resposta.


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A crise na Federação Maranhense de Futebol (FMF) e no Instituto Maranhense de Futebol (IMF) se intensificou nesta terça-feira (12). As duas entidades soltaram uma nota oficial criticando a interventora judicial, Susan Lucena, que foi nomeada no começo do mês. O motivo do descontentamento é a divulgação de um relatório preliminar e de extratos bancários antes da conclusão da perícia, sem autorização para tornar tudo público. As reclamações são sérias e mostram um clima tenso nas instituições.


Nota de Repúdio


Na nota, FMF e IMF afirmam que a divulgação de informações sigilosas fere a Constituição e a Lei Complementar nº 105/2001. Eles consideram essa ação como "divulgação parcial e ilegal" e acusam a interventora de agir de forma tendenciosa. Para eles, essa situação prejudica a imagem das entidades e influencia a opinião pública de maneira negativa. As instituições já garantiram que vão buscar a Justiça para responsabilizar a interventora por essa conduta.


Contexto da Intervenção


A intervenção foi determinada pelo juiz Douglas de Melo Martins, da Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís, após uma Ação Civil Pública do Ministério Público do Maranhão (MPMA). O MP apontou problemas como falta de transparência e confusão patrimonial nas entidades. Segundo eles, o patrimônio da FMF caiu mais de 80% entre 2021 e 2024, e o IMF foi criado para administrar recursos e evitar bloqueios. A interventora tem 90 dias para resolver essas questões.


Consequências e Medidas


Além disso, a Justiça suspendeu assembleias realizadas em janeiro e determinou que todos os atos institucionais dos últimos cinco anos sejam publicados online. O MP ainda pede R$ 2 milhões por danos morais coletivos e quer ressarcimento de prejuízos. Eles também pedem a inelegibilidade de dirigentes por até 10 anos. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) entrou no caso como assistente e alertou sobre o risco de sanções da FIFA e da CONMEBOL, que podem prejudicar os clubes maranhenses nas competições.

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