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Conversas vazadas revelam xingamentos de Eduardo Bolsonaro ao pai

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • 14 de nov.
  • 2 min de leitura

Investigações da Polícia Federal revelaram mensagens no WhatsApp entre o deputado Eduardo Bolsonaro e seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, mostrando xingamentos e um forte embate em meio ao julgamento de denúncia no Supremo Tribunal Federal (STF). Eduardo ameaçou desistir de articulações políticas, mas depois pediu desculpas e reconheceu que suas respostas foram “desmedidas”.

Conversas vazadas revelam xingamentos de Eduardo Bolsonaro ao pai

O relatório da Polícia Federal inclui trocas de mensagens entre Eduardo Bolsonaro e Jair Bolsonaro que abrangem o período de 13 de junho a 17 de julho de 2025.  Em uma das conversas, Eduardo usa xingamentos diretos ao pai: “VTNC, seu ingrato do caralho! Me fudendo aqui! …” ao reclamar de críticas sobre sua maturidade política.


Contexto do caso em que Eduardo xinga Bolsonaro nas mensagens

O conflito teria sido desencadeado após Jair Bolsonaro criticar a maturidade política de seu filho, provocando irritação em Eduardo.  Edu­ardo reclamava que o pai estaria jogando sua carreira “pra baixo” e questionava se tudo “iria cair na sua conta”. A situação se agrava no contexto das investigações que envolvem o ex-presidente no STF, e o ambiente familiar conflituoso acaba refletindo no âmbito político e investigativo.

Captura de tela de mensagens em que Eduardo xinga Bolsonaro

As promessas e o recuo

Em meio ao embate, Eduardo Bolsonaro chegou a ameaçar desistir de articulações importantes, indicando que se sentiria impedido de seguir atuando se continuasse sendo “jogado para baixo”. No entanto, logo após o desabafo intenso, ele pediu desculpas ao pai, admitindo que suas respostas foram desmedidas. Esse recuo evidencia uma tentativa de seguir frente com seus planos políticos apesar do desgaste interno.



Impactos políticos e institucionais

O vazamento dessas mensagens expõe não apenas uma crise familiar, mas também fragilidades nas articulações políticas da base bolsonarista — justamente quando o escopo das investigações da PF atinge membros próximos do ex-presidente.  A repercussão pode afetar credibilidade e alianças, e lança luz sobre como desentendimentos domésticos podem ter reflexos institucionais numa fase crítica de julgamentos no STF.

 
 
 

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