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Comissão da Alema analisa denúncias envolvendo Felipe Camarão e Seduc E aguarda documentos da Polícia Civil e MP

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • há 16 minutos
  • 2 min de leitura

A CPI instalada na Assembleia Legislativa do Maranhão para investigar supostas movimentações financeiras atípicas ligadas ao vice-governador Felipe Camarão (PT) e possíveis desvios na Seduc aguarda documentos da Polícia Civil e do Ministério Público antes de decidir sobre novas convocações.

A Comissão Parlamentar de Inquérito da Assembleia Legislativa do Maranhão iniciou uma nova fase de apuração ao solicitar documentos ao Ministério Público e à Polícia Civil. Os deputados querem acesso a investigações criminais, inquéritos civis e processos ligados a supostos desvios de recursos públicos na vice-governadoria e na Secretaria de Estado da Educação. A expectativa é que o material sirva de base para possíveis convocações de testemunhas e servidores envolvidos no caso.


Requerimentos ampliam linha de investigação

Os quatro requerimentos aprovados pela CPI foram apresentados pelos deputados Rodrigo Lago, do PSB, e Dr. Yglésio, do PRD, atual relator da comissão. Durante a reunião, Yglésio afirmou que existem suspeitas relevantes envolvendo condutas de servidores estaduais e defendeu o aprofundamento das investigações. Segundo ele, o recebimento dos documentos é essencial para que a comissão consiga avançar de forma técnica e respaldada em informações oficiais.


Relator rejeita motivação político-eleitoral

O relator da CPI também rebateu críticas sobre uma possível utilização política da comissão contra o vice-governador Felipe Camarão. Segundo Dr. Yglésio, as denúncias que motivaram a abertura da investigação já estavam sendo conduzidas pelo Ministério Público e outros órgãos de controle. Para o parlamentar, a função da Assembleia Legislativa é fiscalizar o uso de recursos públicos, independentemente de quem esteja sendo investigado.


Composição da comissão e próximos passos

A reunião mais recente da CPI contou com a presença da presidente Ana do Gás, do vice-presidente Adelmo Soares e do relator Dr. Yglésio, além de deputados titulares e suplentes da base governista e da oposição. O colegiado possui prazo inicial de 120 dias para concluir os trabalhos e poderá ampliar as linhas de investigação conforme o avanço das análises. A expectativa agora é pelo envio dos relatórios oficiais para definição das próximas etapas da comissão.

 
 
 
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