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Cinco policiais militares são presos por chacina que matou oito garimpeiros; dois maranhenses estão entre as vítimas

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • 14 de ago.
  • 1 min de leitura

Cinco policiais militares foram presos em Macapá e Laranjal do Jari, suspeitos de envolvimento numa chacina que deixou oito garimpeiros mortos na divisa entre Pará e Amapá. Entre as vítimas confirmadas estão dois maranhenses.


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O delegado-geral da Polícia Civil do Amapá, Cézar Vieira, informou que o crime aconteceu a cerca de 200 metros do rio Jari. Como as vítimas e os suspeitos moravam no Amapá, a investigação ficou com as autoridades locais. O delegado reforçou que o objetivo é esclarecer todos os detalhes e não deixar nenhum envolvido impune.


Detalhes do crime

O delegado Breno Esteves, da Polícia Civil de Laranjal do Jari, disse que os garimpeiros foram mortos quando voltavam do trabalho. Os suspeitos aguardavam no porto para atacá-los. Um dos garimpeiros sobreviveu porque permaneceu no garimpo no momento do ataque. A polícia aguarda o laudo necroscópico para saber se houve tortura e investiga a motivação, incluindo a possibilidade de que as vítimas tenham sido confundidas com assaltantes que atuavam na área.



Identificação das vítimas

Entre os mortos estão Antônio Paulo, conhecido como “Toninho”, Gustavo Gomes — que apenas visitava a região — e outros garimpeiros locais. Dois deles eram maranhenses.


Prisões e audiência

Sete homens foram detidos, incluindo quatro soldados e um sargento. A prisão preventiva foi mantida em audiência de custódia. As prisões visam garantir que a verdade sobre o caso seja esclarecida e que outros possíveis envolvidos sejam identificados.


 
 
 

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