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Chacina na Divisa do Amapá e Pará: Dois Maranhenses Entre as Oito Vítimas de Confusão Fatal em Garimpo

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • 11 de ago.
  • 2 min de leitura

Uma tragédia abalou a divisa entre Amapá e Pará, onde oito homens foram mortos em uma chacina, incluindo dois maranhenses. O crime, que pode ter sido um engano, ocorreu em uma área de garimpo ilegal.


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Dois maranhenses perderam a vida em uma chacina que aconteceu na divisa entre o Amapá e o Pará, no último domingo (3). O caso deixou um saldo triste de oito homens mortos em uma área de difícil acesso, perto de Laranjal do Jari (AP). A situação chocou a comunidade, que clama por justiça e esclarecimentos sobre o que realmente aconteceu.


Confusão Fatal


De acordo com a Polícia Civil do Amapá, as vítimas foram mortas por engano. Elas foram confundidas com assaltantes que teriam feito um roubo em uma área de garimpo. Entre os falecidos, estão Antônio Paulo da Silva Santos, o “Toninho”, de 61 anos, natural de Cedro (MA), e José Nilson de Moura, conhecido como “Zé Doido”, de 38 anos, de Lago da Pedra (MA). A tragédia deixou as famílias em luto e a população em estado de alerta.


Investigação em Andamento


As investigações revelam que um grupo de nove garimpeiros foi atacado enquanto tentava negociar terras em um garimpo ilegal na divisa com o Pará. Os corpos das vítimas foram encontrados dias depois, espalhados pela mata e pelo rio Jari. Além disso, duas caminhonetes usadas pelo grupo foram queimadas, o que complica ainda mais a situação. Um dos garimpeiros sobreviveu e foi resgatado pelo Grupo Tático Aéreo (GTA) na sexta-feira (8), mas até agora, ninguém foi preso.


Ações do Governo


O governador do Amapá, Clécio Luís, se manifestou sobre o caso e disse que está em contato com o governador do Pará, Helder Barbalho, desde o início das investigações. Ele ressaltou que as forças de segurança do Pará estão ajudando na força-tarefa amapaense para esclarecer o crime e identificar os responsáveis. A comunidade aguarda ansiosamente por respostas e pelo traslado dos corpos para o Maranhão, enquanto a dor da perda ainda é muito presente.


 
 
 

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