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Cela exclusiva e salário de R$ 13 mil: privilégios do prefeito acusado de homicídio

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • 21 de jul.
  • 2 min de leitura

O prefeito de Igarapé Grande, João Vitor Xavier, está preso preventivamente após se entregar por suspeita de assassinar um policial militar durante uma vaquejada no Maranhão. A prisão foi determinada para garantir a ordem pública e o andamento das investigações. Enquanto aguarda os desdobramentos do caso, ele permanece em uma cela individual, mantendo seu salário integral de R$ 13.256,08.


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Após se entregar à Polícia Civil, o prefeito de Igarapé Grande, João Vitor Xavier (PDT), está preso preventivamente em uma cela individual em São Luís. Ele é suspeito de assassinar um policial militar durante uma vaquejada. A Secretaria de Administração Penitenciária do Estado (Seap) confirmou que ele está detido desde a última terça-feira (15). Apesar da situação, João Vitor ainda recebe seu salário integral de R$ 13.256,08, pois não perdeu os direitos do cargo.


Prisão e Audiência de Custódia


João Vitor passou por audiência de custódia e, por decisão do juiz Luiz Emílio Braúna Bittencourt Júnior, ele permanece separado dos demais detentos. A prisão foi determinada para garantir a ordem pública e o andamento das investigações, que buscam a arma do crime, que ainda não foi encontrada. O prefeito está sendo investigado por homicídio, mas ainda não foi formalmente indiciado.


O Caso do Policial


A situação ganhou destaque após a morte do policial militar Geidson Thiago da Silva, que aconteceu no dia 6 de julho, durante uma festa em Trizidela do Vale. Testemunhas relataram que a confusão começou por causa do farol do carro de João Vitor, que estava incomodando as pessoas. O policial, que estava de folga, pediu para desligar o farol. A discussão teria culminado em João Vitor disparando contra o policial pelas costas. Após o ocorrido, a Justiça autorizou sua prisão.


Licença Médica e Defesa


Antes de ser preso, João Vitor pediu licença médica por 125 dias, alegando problemas psicológicos. A Câmara Municipal aceitou o pedido e a vice-prefeita, Maria Etelvina, assumiu o cargo. Como o prefeito tem foro privilegiado, se houver denúncia, o caso poderá ir para tribunais superiores. A defesa alega legítima defesa, mas testemunhas e a Polícia Civil contestam essa versão. A arma usada no crime, um revólver calibre .38, não tem registro e a perícia continua analisando as imagens do local. Enquanto isso, ele segue isolado, aguardando os próximos passos do inquérito.


 
 
 

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