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CASO BRB: TJMA rebate acusações de ameaça e esclarece veículo próximo à casa do advogado

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

O Tribunal de Justiça do Maranhão e a Grande Loja Maçônica do Maranhão divulgaram notas oficiais para esclarecer informações sobre a presença de um veículo citado pelo advogado Alex Ferreira Borralho. As instituições afirmam que o automóvel não pertence mais ao Judiciário e negam qualquer relação com suposta intimidação relatada ao CNJ.



O Tribunal de Justiça do Maranhão e a Grande Loja Maçônica do Maranhão divulgaram, neste sábado (7), notas públicas para rebater informações relacionadas à presença de um veículo Toyota Corolla em frente à residência do advogado Alex Ferreira Borralho. Segundo as instituições, o automóvel mencionado deixou de integrar a frota oficial do Judiciário ainda em dezembro de 2025, após processo administrativo que resultou na doação definitiva do bem à entidade maçônica, dentro de um programa de renovação da frota institucional e destinação social dos veículos substituídos.


Destinação social e versão da GLEMA

De acordo com a Grande Loja Maçônica do Maranhão, o veículo passou a ser utilizado exclusivamente em ações sociais, incluindo distribuição de alimentos a pessoas em situação de rua e visitas a pacientes em tratamento oncológico. A entidade afirmou que, no dia 5 de fevereiro, o carro era conduzido por um integrante da instituição, acompanhado de uma bioquímica, e que a presença na rua onde reside o advogado ocorreu por coincidência, sem qualquer vínculo com o episódio narrado na denúncia apresentada ao Conselho Nacional de Justiça.


Posicionamento do Tribunal de Justiça

Em nota oficial, o Tribunal de Justiça do Maranhão classificou como falsas e infundadas as alegações de ameaça ou intimidação relacionadas ao caso. O órgão ressaltou que, desde a formalização da doação, não possui posse, guarda ou controle sobre o automóvel, afastando qualquer possibilidade de uso institucional. O TJMA também destacou que a medida integrou um processo de modernização da frota, com substituição de veículos antigos por modelos mais sustentáveis, além de reafirmar compromisso com a transparência e o livre exercício da advocacia.


Contexto da denúncia e investigação

O episódio ganhou repercussão após o corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques, determinar a abertura de Pedido de Providências a partir de representação apresentada pelo advogado. Na petição, Borralho relatou ter se sentido ameaçado ao identificar o veículo estacionado em frente à sua residência, pouco depois de protocolar pedido de investigação sobre contratos envolvendo tribunais estaduais e o Banco de Brasília. O procedimento segue em análise, enquanto autoridades acompanham os desdobramentos do caso.

 
 
 
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