Cadê o dinheiro? Felipe Camarão cobra reajuste dos professores e expõe silêncio do governo
- Alexandre Ferreira
- há 4 horas
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O vice-governador Felipe Camarão criticou a falta de informações sobre a implementação do reajuste do piso nacional do magistério na rede estadual do Maranhão, destacando o silêncio do governo e do sindicato mesmo após anúncio federal e questionando onde estão os recursos, incluindo valores do Fundef retidos ou controversos.

O vice-governador Felipe Camarão voltou a cobrar publicamente o governo estadual sobre a implantação do reajuste do piso nacional dos professores do Maranhão, após o anúncio do novo valor feito pelo presidente Lula em Brasília. Camarão ressaltou que o mês já havia virado, o Carnaval se aproximava e ainda não havia qualquer informação clara sobre a execução do reajuste na rede estadual, gerando insatisfação entre profissionais da educação.
Crítica ao silêncio do governo e sindicato
Camarão também criticou o silêncio tanto do governo estadual quanto do sindicato da categoria, observando que a falta de comunicação agrava a insegurança dos professores sobre seus direitos. Ele mencionou que parte dos recursos devidos via Fundef foi retida, segundo ele, em até 15%, e que isso precisa ser explicado. A cobrança por transparência veio justamente no contexto de falta de detalhes sobre os pagamentos.
Urgência de implementação retroativa
Na sequência de sua declaração, o vice-governador enfatizou a necessidade de que o reajuste seja implementado de forma retroativa, cobrando o cumprimento dos prazos e direitos trabalhistas dos professores. A urgência em garantir o reajuste é reforçada pela proximidade de períodos como o Carnaval e o início do novo mês salarial, situação que aumenta a pressão política e sindical por respostas rápidas da administração estadual.
Recurso e transparência em discussão
Por fim, Felipe Camarão questionou abertamente onde estariam os recursos destinados ao reajuste, incluindo os valores relativos a precatórios do Fundef que vêm sendo debatidos em esfera pública e judicial. A polêmica envolve também críticas de parlamentares sobre possíveis perdas de porcentagens desses recursos antes de chegar aos professores, o que torna a discussão sobre transparência e gestão financeira ainda mais relevante no debate educacional maranhense.



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