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Cade Intensifica Fiscalizações em Mercado de Combustíveis: Maranhão é Alvo de Combate a Cartéis

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • 24 de jul.
  • 2 min de leitura

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) declarou o mercado de combustíveis como prioridade por dois anos, intensificando ações contra práticas anticoncorrenciais, especialmente no Maranhão, onde multas milionárias já foram aplicadas.


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O Maranhão tá na mira do Cade, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica. Recentemente, o órgão anunciou que o mercado de combustíveis é prioridade por dois anos. Essa decisão vem depois de várias fiscalizações que resultaram em multas pesadas para donos de postos que formaram cartéis, afetando a revenda de gasolina, etanol e óleo diesel. A ideia é garantir que a concorrência seja justa e que o consumidor não saia perdendo nessa história.


Ações do Cade


Com essa nova portaria, o Cade vai intensificar as investigações sobre práticas desleais, como cartéis. Vão rolar ações coordenadas com a Superintendência-Geral e outras áreas do órgão, além de parcerias com a Polícia Federal e a Advocacia-Geral da União. A atualização de estudos e uma audiência pública sobre o assunto estão previstas para 2025. O objetivo é deixar o mercado mais transparente e competitivo, garantindo que ninguém saia ganhando em cima do consumidor.



Impacto no bolso do consumidor


O presidente do Cade, Gustavo Augusto, ressaltou que o mercado de combustíveis afeta diretamente o bolso da população. Ele acredita que essas medidas vão ajudar a criar um ambiente econômico mais saudável, onde as práticas desleais sejam combatidas. O Cade já mostrou que não tá pra brincadeira, com decisões que resultaram em multas de mais de R$ 155 milhões para redes de postos no Distrito Federal. Isso mostra que o órgão tá de olho e vai agir quando necessário.


Histórico de condenações


Desde 2013, o Cade já julgou 26 casos de cartel no setor de combustíveis, com 18 condenações e um total de R$ 755,7 milhões em multas aplicadas. O Maranhão não é o único estado nessa lista; outras regiões como Espírito Santo, Amazonas e São Paulo também enfrentaram problemas semelhantes. Em 2017, o Cade ainda fez um acordo que rendeu mais de R$ 90 milhões em contribuições e medidas para melhorar a concorrência. O trabalho do Cade é essencial para manter a justiça no mercado e proteger o consumidor.


 
 
 

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