Bolsonaro segue na UTI sem previsão de alta em Brasília
- Alexandre Ferreira
- há 6 dias
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O ex-presidente Jair Bolsonaro permanece internado na UTI em Brasília, com quadro estável, mas sem previsão de alta. Ele trata uma pneumonia bacteriana bilateral, recebe antibióticos intravenosos e iniciou tratamento odontológico devido a dores na mandíbula.

O ex-presidente Jair Bolsonaro continua internado na Unidade de Terapia Intensiva do hospital DF Star, em Brasília, onde recebe acompanhamento médico constante. De acordo com o boletim mais recente, seu quadro clínico apresenta estabilidade, sem registro de febre ou complicações nas últimas 24 horas. Apesar da evolução considerada positiva pelos médicos, o cenário ainda exige cautela, com monitoramento contínuo e suporte intensivo. Não há previsão oficial de alta hospitalar até o momento, o que mantém a equipe em alerta.
Tratamento intensivo e cuidados médicos
O protocolo de tratamento inclui o uso de antibióticos por via intravenosa, além de suporte clínico intensivo para garantir a recuperação completa. Bolsonaro também realiza sessões de fisioterapia respiratória e motora, fundamentais para melhorar a função pulmonar e evitar complicações decorrentes da internação prolongada. Esse conjunto de cuidados é considerado padrão em casos de pneumonia mais severa, especialmente em pacientes que necessitam de acompanhamento em ambiente de UTI.
Pneumonia e complicações associadas
O ex-presidente foi diagnosticado com pneumonia bacteriana bilateral, condição que afeta os dois pulmões e pode comprometer a respiração. O quadro teria sido causado por um episódio de broncoaspiração, quando líquidos entram nas vias respiratórias, provocando infecção. Esse tipo de complicação exige tratamento rigoroso, já que pode evoluir rapidamente se não controlado. Desde a internação, os médicos têm destacado melhora gradual, mas reforçam a necessidade de cuidados contínuos.
Novo tratamento odontológico e cenário jurídico
Durante a internação, Bolsonaro também iniciou tratamento odontológico devido a dores na região mandibular direita, ampliando o escopo dos cuidados médicos. Paralelamente, a situação de saúde reacendeu discussões no âmbito jurídico sobre a possibilidade de prisão domiciliar. O caso está sob análise do Supremo Tribunal Federal, que aguarda parecer técnico antes de qualquer decisão. Enquanto isso, o foco permanece na recuperação clínica e na estabilidade do paciente.



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