Bolsonaro Resiste a Candidatos Externos por Medo de Perder Influência Familiar, Afirmam Aliados
- Alexandre Ferreira
- 27 de jul.
- 2 min de leitura
Em meio a especulações sobre a corrida presidencial de 2026, Jair Bolsonaro resiste em apoiar candidatos fora de sua família, temendo perder influência política e preferindo uma derrota à vitória de rivais.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tá numa sinuca de bico. Ele tá com medo de perder a influência e, por isso, não quer apoiar ninguém de fora da família. A galera da direita que conversou com o blog acredita que ele prefere ver a direita perder em 2026 do que ver alguém sem o sobrenome Bolsonaro ganhar. É como se a família tivesse um peso maior que tudo, até mesmo a política. E isso tá complicando as coisas pra quem quer ver uma mudança.
Medo de Perder o Controle
A situação de Bolsonaro não é fácil. Ele tá inelegível e usando tornozeleira eletrônica por suspeitas de coação à Justiça. Mesmo assim, ele ainda tenta controlar o que acontece na política, sem abrir mão do seu legado. A última pesquisa da Quaest mostra que os nomes da família, como ele, a ex-primeira dama Michelle e o deputado Eduardo, não têm chances boas contra Lula (PT) em um segundo turno. O único que tá conseguindo empatar com Lula é o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Resistência a Tarcísio
Bolsonaro não tá disposto a apoiar Tarcísio como candidato à presidência. Ele chegou a barrar as tentativas do governador de conversar sobre o tarifaço que Donald Trump anunciou. Na visão dele, a solução deve ser liderada por Eduardo, seu filho, e não pelo Tarcísio. Essa resistência mostra que, para Bolsonaro, a prioridade é manter o controle da situação dentro da própria família, mesmo que isso signifique não apoiar um potencial aliado.
Alternativas na Família
Após a pesquisa da Quaest, o clima mudou entre os aliados de Bolsonaro. Agora, eles tão falando mais sobre o nome do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como uma opção viável. O cenário tá mudando, mas ainda é complicado. Eduardo, que é visto como o substituto do pai, teve uma leve melhora na aceitação entre os bolsonaristas, mas ainda tá atrás de Lula. O futuro da direita em 2026 continua incerto, e a insistência de Bolsonaro em manter a família no centro da política pode ser um obstáculo.



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