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Bolsonaro exibe tornozeleira eletrônica na Câmara e a classifica como 'máxima humilhação' após decisão do STF

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • 22 de jul.
  • 2 min de leitura

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) fez uma aparição na Câmara dos Deputados, exibindo a tornozeleira eletrônica imposta pelo STF, que considera a medida uma "humilhação" e um símbolo de injustiça. A visita gerou tumulto, com um deputado ferido.


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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) esteve na Câmara dos Deputados nesta segunda-feira (21) e mostrou a tornozeleira eletrônica que passou a usar por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF). Durante seu discurso, ele não poupou palavras e chamou a medida de “humilhação”. Bolsonaro se defendeu, dizendo que não cometeu crimes e que a tornozeleira é um símbolo de injustiça. Ele ainda afirmou que vai enfrentar tudo e todos, ressaltando que a lei de Deus é o que importa para ele.


A Decisão do STF

A tornozeleira foi imposta após um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), que alegou risco de fuga e intimidação de autoridades, como ministros do STF e da Polícia Federal. Bolsonaro é réu por tentar dar um golpe de Estado e por ameaçar o Estado Democrático de Direito. O ministro Alexandre de Moraes determinou o uso da tornozeleira, acreditando que o ex-presidente tenta atrapalhar as investigações em andamento.



Confusão na Câmara

A visita de Bolsonaro à Câmara não terminou bem. Após o encontro com deputados que o apoiam, rolou um tumulto nos corredores, quebrando uma mesa de vidro e deixando o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) com um corte no rosto, segundo a deputada Caroline de Toni (PL-SC). Não se sabe exatamente como ele se feriu, se foi com os cacos ou em meio à confusão. O clima estava tenso e a situação saiu do controle.


O Pedido da PGR

No documento que foi enviado ao STF, a PGR destacou que Bolsonaro e o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro estavam tentando intimidar autoridades e buscar sanções internacionais contra membros do STF e da PGR. O procurador-geral Paulo Gonet Branco pediu algumas medidas, como a tornozeleira eletrônica, proibição de entrar em embaixadas estrangeiras e de ter contato com embaixadores. O relator do caso é o ministro Alexandre de Moraes.


 
 
 

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