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Assembleia aprova interventor e Turilândia entra em nova fase administrativa

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • há 5 horas
  • 2 min de leitura

A Assembleia Legislativa do Maranhão aprovou o nome do defensor público Thiago Josino Carrilho de Arruda Macêdo como interventor de Turilândia após crise institucional provocada pela prisão do prefeito, vice-prefeita e vereadores investigados por desvio milionário. A medida busca restabelecer a normalidade administrativa.

Após pedido de vista, a Assembleia Legislativa do Maranhão aprovou o nome do defensor público Thiago Josino Carrilho de Arruda Macêdo para exercer a função de interventor no município de Turilândia. A votação ocorreu em plenário, com cinco votos contrários e uma abstenção, consolidando a decisão já respaldada anteriormente pela Comissão de Constituição e Justiça. Com a aprovação, o processo segue para promulgação e formaliza a intervenção estadual como resposta à crise política e administrativa instalada na cidade após decisões judiciais e investigações em andamento.


Indicação ocorre após operação e prisões

A indicação do defensor público foi feita pelo governador Carlos Brandão após o Tribunal de Justiça do Maranhão autorizar a intervenção no município, atendendo a pedido do Ministério Público. A medida ocorreu depois da prisão do prefeito, da vice-prefeita e de vereadores investigados na Operação Tântalo, conduzida pelo GAECO, que apontou um esquema de desvio inicial estimado em cerca de R$ 56 milhões dos cofres públicos. O caso provocou forte impacto institucional e levou ao afastamento das autoridades locais envolvidas nas investigações.


Missão do interventor e prazo inicial

Com a aprovação, Thiago Macêdo assume a administração municipal pelo período inicial de 180 dias, prazo que poderá ser prorrogado caso a normalidade institucional não seja restabelecida. Entre as primeiras medidas previstas está a realização de um diagnóstico completo da situação administrativa, financeira e contratual do município, com o objetivo de reorganizar a gestão pública e garantir a continuidade dos serviços essenciais à população durante o período de intervenção estadual.


Cenário político e administrativo em reconstrução

A intervenção estadual marca um momento de reestruturação para Turilândia após o agravamento da crise política local. A expectativa do governo estadual e dos órgãos de controle é que a gestão provisória permita reorganizar a administração, assegurar o cumprimento de decisões judiciais e restabelecer a estabilidade institucional do município. O processo também abre um período de acompanhamento mais rigoroso das contas públicas e das ações administrativas, enquanto as investigações seguem em andamento no âmbito judicial.

 
 
 

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