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Sistema de ônibus sofre nova paralisação na Grande São Luís: Expresso Marina e 1001 param por atraso salarial

  • Foto do escritor: Alexandre Ferreira
    Alexandre Ferreira
  • 17 de nov.
  • 2 min de leitura

Os rodoviários da Expresso Marina paralisaram as atividades nesta segunda-feira (17) na Grande São Luís devido ao atraso no pagamento de salários. A paralisação se soma à já em curso na empresa Viação 1001 desde sexta-feira (14). O presidente do Sindicato dos Rodoviários do Maranhão, Marcelo Brito, denunciou que os funcionários foram convocados para assinar a folha, mas não receberam os valores devidos.


Ônibus parados durante paralisação em São Luís

Na manhã de segunda-feira, os trabalhadores da Expresso Marina iniciaram greve por atraso salarial: embora convocados para assinar a folha de pagamento, não receberam os valores devidos. A paralisação atinge uma empresa que opera de 60 a 70 ônibus em bairros como Cidade Operária, Cidade Olímpica e Vila Janaína.


Impacto da paralisação de ônibus em São Luís na população

A greve da Expresso Marina se soma à da Viação 1001, iniciada na sexta-feira (14) pelos mesmos motivos.  Com isso, a frota nas ruas da região metropolitana ficou drasticamente reduzida: em alguns casos, mais de 200 ônibus recolhidos, impacto em cerca de 15 bairros.


Causas estruturais do impasse

Segundo o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de São Luís (SET), a crise se agrava pela falta de repasse de subsídios pela Prefeitura de São Luís — aproximadamente R$ 7 milhões desde o início de novembro — o que compromete pagamentos de salários e benefícios. Além disso, uma liminar do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região (TRT-MA) exige circulação mínima de 80% da frota durante greves.


Medidas emergenciais e desafios à população

Para atenuar os impactos no transporte público, o governador Carlos Brandão anunciou o reforço da frota semiurbana no domingo (16), quando foi aplicado o segundo dia do ENEM, já em meio à paralisação da 1001. Mesmo assim, moradores enfrentam atrasos, longas esperas e operabilidade reduzida em regiões centrais e periféricas. A falta de solução imediata acende o risco de nova onda de paralisações em outras empresas.


 
 
 

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