top of page
Buscar

O governador Carlos Brandão anunciou que cerca de 500 escolas estaduais do Maranhão que ainda não tinham internet receberão antenas Starlink, garantindo 100% de cobertura Wi-Fi nas 1.071 unidades escolares. A implantação começa no primeiro semestre de 2026 e reforça a inclusão digital de estudantes e professores.

O Governo do Maranhão confirmou que instalará antenas Starlink em aproximadamente 500 escolas estaduais que ainda não tinham acesso à internet via Wi-Fi, alcançando 100% de cobertura nas 1.071 unidades da rede pública estadual de ensino. A tecnologia via satélite foi escolhida para levar conexão até escolas localizadas em áreas remotas, onde a infraestrutura tradicional de internet ainda não chegava, permitindo acesso de qualidade mesmo em localidades afastadas dos grandes centros.


Implantação prevista para 2026

A implantação das antenas Starlink está programada para começar já no primeiro semestre de 2026, conforme anunciado pelo governador Carlos Brandão. Essa ação representa um avanço importante na inclusão digital no estado, pois amplia o acesso à internet para estudantes e professores que antes não tinham esse recurso nas unidades escolares. A perspectiva é que essa nova conectividade colabore com o uso de conteúdos digitais e novas metodologias pedagógicas no cotidiano das escolas públicas.



Equipamentos tecnológicos para alunos e professores

Além da conectividade, o Governo do Maranhão está investindo em equipamentos para uso em sala de aula e fora dela. Serão distribuídos 250 mil tablets para estudantes da rede estadual, incluindo aqueles que concluíram o 3º ano do ensino médio em 2025 e alunos do Instituto Federal do Maranhão (IFMA). Para professores, serão entregues 30 mil chromebooks, todos com internet pronta para uso, reforçando o compromisso com a modernização da educação e o acesso a plataformas digitais, conteúdos pedagógicos e ferramentas de ensino.


Objetivos: igualdade de oportunidades e ensino fortalecido

O objetivo central dessa iniciativa é fortalecer o ensino público, ampliar o acesso à tecnologia e reduzir desigualdades educacionais no estado. Para a secretária de Educação, levar internet de qualidade às escolas é uma forma de democratizar o acesso ao conhecimento e preparar os estudantes para os desafios do presente e do futuro. A ação, combinada com a entrega de dispositivos tecnológicos, busca criar um ambiente escolar mais moderno, conectado e com condições reais de uso pedagógico de ferramentas digitais.

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou por unanimidade a denúncia contra Maria Shirlei Piontkievicz por injúria, incitação ao crime e atentado contra a segurança de transporte aéreo, pelo episódio em que hostilizou o ministro Flávio Dino durante um voo em setembro de 2025.

Em setembro de 2025, em um voo entre São Luís (MA) e Brasília (DF), Maria Shirlei Piontkievicz, 57 anos, teria hostilizado o ministro do STF Flávio Dino, chamando-o de “lixo” e dizendo que o avião estava “contaminado” pela presença dele. Ela teria tentado se aproximar do assento do ministro antes de ser contida por um segurança.


As opiniões apresentadas neste vídeo são de responsabilidade de quem o produziu e não correspondem, necessariamente, à opinião do autor do blog.


Denúncia e crimes

A Procuradoria-Geral da República apresentou denúncia apontando três crimes: injúria, incitação ao crime e atentado contra a segurança de transporte aéreo. Com o recebimento da denúncia pelo STF, foi aberta uma ação penal e Maria Shirlei passou a responder formalmente pelos fatos.


As opiniões apresentadas neste vídeo são de responsabilidade de quem o produziu e não correspondem, necessariamente, à opinião do autor do blog.


Votação na Primeira Turma

O relator do processo, ministro Alexandre de Moraes, votou a favor do recebimento da denúncia, sendo acompanhado pelos ministros Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. O ministro Flávio Dino se declarou impedido de participar do julgamento. A decisão ocorreu em plenário virtual por unanimidade.


Defesa e próximos passos

A defesa de Maria Shirlei argumentou que não haveria justa causa e que as acusações não teriam relação com inquéritos mais amplos, além de questionar a competência do STF para julgar o caso. A ré agora terá prazo para apresentar sua resposta à acusação.

O Ministério Público do Maranhão (MPMA) ajuizou Ação Civil Pública em 15 de janeiro pedindo liminar para que o Município de Nova Iorque e o prefeito Daniel Castro substituam gradualmente servidores temporários por aprovados em concurso público no prazo de 12 meses, suspendendo contratos e exigindo cronograma de seleção.



O MPMA, por meio da Promotoria de Justiça de Pastos Bons, requereu à Justiça que Nova Iorque e o prefeito Daniel Castro adotem, em caráter liminar, medidas imediatas para substituir servidores contratados precariamente por concursados. O pedido inclui abstenção de novas contratações temporárias ou terceirizadas para cargos permanentes e a realização de concurso público em até 12 meses.


Suspensão de contrato e exigências

Além de barrar novas contratações, a ação pede a suspensão imediata de pagamentos ao Instituto Construir — contrato de quase R$ 6,94 milhões firmado em setembro de 2025 para fornecimento de mão de obra em diversas áreas. O MPMA exige também um cronograma de concurso em 30 dias e um levantamento detalhado sobre a real necessidade de cargos efetivos no quadro municipal.


Situação do funcionalismo e irregularidades

Denúncias e análises do MPMA mostraram que, entre maio de 2024 e maio de 2025, a maioria dos servidores de Nova Iorque tinha vínculo precário em funções permanentes, com pouco mais de 77 % sem concurso, enquanto poucos eram efetivos. Setores como Educação e Saúde apresentam cargos típicos de carreira sendo ocupados de forma irregular, inclusive com médicos contratados em plantões extras com altos valores.


Multas e histórico de recomendação

O MPMA pediu que, em caso de descumprimento, seja aplicada multa diária de R$ 10 000 ao prefeito, revertida ao Fundo Estadual de Defesa dos Direitos Difusos. Antes da ação, em novembro de 2025, o órgão já havia recomendado suspensão de novas contratações e abertura de processo licitatório para concurso em 60 dias — prazo que expirou sem resposta do Município, intensificando a atuação ministerial.

bottom of page