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O desembargador Gerson de Oliveira Costa Filho, vice-presidente e corregedor do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região, afirmou em entrevista ao Bom Dia Mirante que a Prefeitura de São Luís demonstra intransigência na tentativa de resolver o impasse da greve que afeta trabalhadores da capital, dificultando avanço nas negociações.



Em entrevista ao programa Bom Dia Mirante, o vice-presidente e corregedor do TRT da 16ª Região, desembargador Gerson de Oliveira Costa Filho, criticou a postura da Prefeitura de São Luís. Segundo ele, a administração municipal não apresentou propostas suficientes para superar o impasse da greve e avançar nas negociações.


Impasse e greve prolongados por falta de diálogo

Costa Filho afirmou que a intransigência da gestão municipal tem sido o principal obstáculo para pôr fim ao movimento grevista que atinge milhares de trabalhadores. A ausência de propostas concretas da prefeitura impede o progresso das negociações.



Juiz ressalta impacto social da paralisação

Durante a entrevista, o desembargador destacou que a greve tem efeitos severos na rotina da cidade. Ele afirmou que a população sofre com a continuidade do impasse, que poderia ser amenizado com uma postura mais aberta ao diálogo por parte do poder público.


Responsabilidade do poder público nas negociações

Para Costa Filho, a solução passa necessariamente pela disposição da prefeitura em negociar de maneira eficaz. Ele ressaltou que cabe à administração municipal apresentar alternativas viáveis para encerrar o conflito e reduzir prejuízos sociais.


Pressão aumenta sobre a gestão municipal

As declarações do vice-presidente do TRT 16ª Região intensificam a pressão sobre a gestão do prefeito Eduardo Braide, apontado pelo magistrado como peça central na condução das negociações. Sem avanços, a greve segue afetando serviços e trabalhadores em São Luís.


Ações do MP

O Ministério Público do Maranhão (MPMA) enviou um ofício ao prefeito de São Luís, Eduardo Braide, solicitando uma manifestação em cinco dias sobre a proposta de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para o transporte coletivo da capital. A ação visa resolver problemas estruturais no serviço, agravados pela greve dos rodoviários. O MPMA apontou falhas na gestão do sistema e a necessidade de diálogo entre as partes envolvidas para garantir melhorias.

  • Alexandre Ferreira
  • há 2 horas
  • 1 min de leitura

A presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Iracema Vale, recebeu convite de membros do PT para retornar ao partido visando futura candidatura ao Senado ou à vice-governadoria. Ela afirmou sentir-se honrada e não descartou possibilidades para sua trajetória política em 2026.

Integrantes do Partido dos Trabalhadores reforçaram convite para que Iracema Vale, presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão e ex-filiada ao PT por 12 anos, retorne ao partido em 2026. Documento assinado por petistas defende a refiliação com vistas a disputar eleições majoritárias. A movimentação acontece em um momento de articulações eleitorais no estado.


Iracema Vale reage ao convite

Em entrevista, Iracema Vale declarou que se sente honrada com a lembrança de seu nome entre as possibilidades de candidaturas ao Senado ou à vice-governadoria. A deputada também destacou que não descarta nenhuma alternativa para seu futuro político, mantendo-se aberta às definições que surgirem nos próximos meses.



Cenário eleitoral e estratégia do PT

Petistas defendem que a inclusão de Iracema Vale na disputa pode alterar o desenho eleitoral federal e estadual no Maranhão, especialmente na corrida ao Senado. Lideranças estaduais e nacionais do PT articulam a estratégia para reforçar a presença da legenda no bloco de apoio ao atual governo e ampliar forças para 2026.


Implicações para as eleições de 2026

A possível mudança de partido por parte de Iracema Vale ocorre em meio à janela partidária e à indefinição sobre alianças no Maranhão. Caso se confirme a filiação ao PT com perspectivas de candidatura, isso pode reorganizar apoios dentro das principais chapas ao Senado ou ao governo estadual.

  • Alexandre Ferreira
  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

Completa um ano desde que o prefeito Eduardo Braide anunciou que a Prefeitura de São Luís faria uma nova licitação do transporte público, promessa vista como solução para a crise no sistema de ônibus da capital. Um ano depois, sem edital lançado e com contratos antigos vigentes, o transporte enfrenta nova paralisação de rodoviários.



Em fevereiro de 2025, o prefeito Eduardo Braide anunciou que uma nova licitação do transporte público de São Luís seria realizada como resposta às críticas à frota e ao serviço oferecido à população. A promessa sugeria ônibus mais modernos, serviços melhores, transparência nos contratos e condições superiores para usuários, diante de frequentes reclamações e greves anteriores.


Situação atual da licitação

Passados 12 meses, o processo licitatório ainda não avançou para a fase prática: não há um edital lançado e os contratos antigos continuam em vigor, mantendo o sistema sob a mesma estrutura que vinha sendo criticada. A gestão municipal mencionou estudos técnicos, ajustes jurídicos e diálogos institucionais, mas sem cronograma público definitivo.



Crise no transporte e impactos

A falta de avanço no processo coincide com novas paralisações dos rodoviários na região da Grande São Luís, com greves e conflitos que afetam o serviço. Greves têm ocorrido por atrasos de salários e falta de garantias, e chegam a interromper operações, prejudicando milhares de usuários que dependem do transporte coletivo diariamente.


Repercussão política e social

O atraso na licitação e a continuidade dos problemas no transporte público geram críticas à administração municipal, com vozes questionando a capacidade da gestão em implementar soluções estruturais. A população segue à espera de melhorias concretas, enquanto o debate sobre eficiência, fiscalização e compromisso com a mobilidade urbana permanece em foco.

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